terça-feira, 15 de dezembro de 2009

65% dos brasileiros não têm acesso à web

Fonte: Reuters - Info Exame - Plantão - 12/12/2009

RIO - O número de usuários de internet no Brasil cresceu 75,3 por cento no país entre 2005 e 2008 e boa parte dos novos incluídos na rede pertencia à baixa renda, segundo o IBGE, mas a desigualdade social e educacional ainda prejudica a inclusão digital no Brasil.


Em 2008, 56,4 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais acessavam a Internet (34,8 por cento do total) contra 31,9 milhões em 2005. Enquanto isso, o ranking da Internet World Statis coloca o Brasil atrás de países da América do Sul como Argentina (48,9 por cento), Chile (50,4), Uruguai (38,3) e Colômbia (45,3).


"Os avanços de 2005 a 2008 foram fantásticos, mas ainda vivemos uma apagão digital que está ligado aos níveis de educação e distribuição de renda", declarou o coordenador de um suplemento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE


Na Europa, o nível de acesso atinge 52 por cento, na Oceania 60,4 por cento e na América do Norte 74,2 por cento da população. A média da América Latina ficou em 30,5 por cento contra 19,4 por cento na Ásia.


Do total de novos usuários no Brasil, 17 milhões ganham até 2 salários mínimos per capita ao mês. "O acesso à Internet está mais democratizado no Brasil", disse o coordenador da pesquisa, Cimar Pereira Azeredo.


Segundo o IBGE, no ano passado o país ainda tinha 104 milhões de pessoas que não acessavam a Internet, mas o contingente diminuiu em relação a 2005, que era de 120,3 milhões de brasileiros.


Nas regiões consideradas mais pobres do país, o acesso à Internet ganhou velocidade, segundo a pesquisa. Na região Norte, o total de usuários passou de 12 para 27,5 por cento da população com dez anos ou mais de estudo. No Nordeste, passou de 11,9 para 25,1 por cento.


"Vários fatores explicam o maior acesso entre os mais pobres. O acesso está mais barato e as lan houses estão mais espalhadas pelo país. Além disso, a renda do brasileiro e a escolaridade aumentaram em reação a 2005", avaliou o coordenador do IBGE.


Em 2008, 51,7 por cento dos internautas do país acessaram a rede mundial de computadores de casa e 35,2 por cento a partir de lan houses, contra 49,9 e 21,9 por cento, respectivamente.




Nas regiões mais ricas do Brasil, os percentuais de acesso são bem mais elevados. como na região Sudeste, em que o índice foi de 40,3 por cento.


"O Brasil tem uma das piores distribuições de renda no mundo e não é novidade que essa diferença social tenha reflexo também no acesso à Internet. A desigualdade de renda é um empecilho para um maior acesso", disse Azeredo.


Ele destacou que quanto maior a renda e a escolaridade, maior é o acesso à rede mundial de computadores. A pesquisa mostra que famílias com renda per capita domiciliar acima de 5 salários mínimos têm um percentual de acesso à Web de 75,6 por cento.


Em média, os conectados têm 10 anos de estudo, o equivalente ao ensino fundamental. A idade média dos internautas em 2008 era de 27,6 anos contra 28,1 anos em 2005. Na faixa entre 15 e 17 anos, o percentual de conectados alcança 62,9 por cento.


Segundo a pesquisa, 86 milhões de brasileiros tinham um aparelho de celular em 2008, o equivalente a mais da metade da população. Em 2005, eram 56 milhões ou 36,6 por cento da população.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Decreto cria Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades

Decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, hoje (28) institui o Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros BR. O objetivo do governo é ampliar a inclusão digital, com a implantação de novos centros e o fortalecimento dos espaços já existentes. Os telecentros dispõem de computadores conectados à internet e disponíveis para vários usos, incluindo navegação livre.

O apoio se dará com o oferecimento de conexão, computadores, bolsas de auxílio financeiro a jovens monitores e formação de monitores bolsistas e não bolsistas para atuar nos telecentros. A qualificação será realizada por meio de uma rede nacional de formação de monitores.

Podem aderir ao programa órgãos federais, estaduais, municipais e da sociedade civil responsáveis pela implantação e funcionamento de espaços públicos e comunitários de inclusão digital da população. A coordenação é dos ministérios da Ciência e Tecnologia, da Comunicação e do Planejamento.

Fonte: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=153240&C=265

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Plano de inclusão digital atingirá 4.245 municípios







Fonte: Valor Econômico - SP

Infância sem brinquedos

Troca de produtos tradicionais para crianças pelos eletrônicos preocupa especialistas, que criticam a imitação de adultos e o fim cada vez mais rápido do ‘mundo-do-faz-de-conta’
POR MICHEL ALECRIM, RIO DE JANEIRO

Rio - Quando as crianças abrirem seus presentes amanhã também vão começar a moldar o adulto que um dia serão. É o que explicam especialistas preocupados com a infância cada vez mais curta. O uso excessivo de jogos eletrônicos, computadores, celulares e outros aparelhos faz com que meninos e meninas já abandonem o “mundo-do-faz-de conta” logos aos 8 anos. O resultado é a perda de criatividade e sociabilidade.

O problema já preocupa a indústria de brinquedos, que tenta recuperar a função que esses objetos já tiveram. A consultora da Associação Brasileira do Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) Cecília Aflalo explica que os pequenos vivem cada vez mais confinados em casa e sem atenção dos pais. As mídias eletrônicas acabam entrando para distraí-las. “A tecnologia permite que a criança imite o mundo adulto. Isso não está certo porque ela passa a lidar com o mundo real e deixa de ser criança”, observa.

Enquanto um joguinho eletrônico afasta os meninos e as meninas do mundo ao redor, há brinquedos tradicionais que permitem o convívio com colegas e parentes, como os quebra-cabeças. Além da falta de convivência, o vício nos games prejudica o desenvolvimento psico-motor. É comum MP3, MP4 e videogames aparecerem na lista de presentes, mas pais precisam saber a hora de comprá-los.

Especialistas recomendam uso de brinquedos que estimulem o desenvolvimento dos sentidos, principalmente para os mais novos. Por isso, aqueles chocalhos baratinhos, que mexem com a audição, são tão importantes para bebês.

A aposentada Natália Vasserman, de 65 anos, ficou surpresa com a volta de brinquedos que estimulam a criatividade. Júlio Ezagui, da Toy Boy, do Shopping Tijuca, diz que muitos pais procuram produtos que permitam a participação deles. Maria Helena Masquetti, da Fundação Alana, de São Paulo, recomenda o diálogo com a criança quando ela exige um produto não apropriado. “É comum a criança ter a sensação de que se ela não tiver o celular, por exemplo, não será aceita. É preciso mostrar que ela tem que ser valorizada pelas qualidades”, orienta.

A fisioterapeuta Ana Isabel Joia, de 35 anos, admite que é difícil convencer o filho Roberto, de 3: “Mas uma coisa eu não deixo de jeito nenhum: jogos que tenham violência”.

Tecnologia com moderação

Apesar das críticas que o uso de produtos eletrônicos por crianças provoca, há especialistas que recomendam o uso da tecnologia, desde que com moderação. A coordenadora pedagógica do Comitê pela Democratização da Informática (CDI) do Paraná, Eliane Abel de Oliveira, diz que a Internet e até os jogos podem estimular a inteligência dos pequenos, desde que não passe de duas horas por dia. Ela também recomenda que os pais acompanhem o que os filhos veem na Internet.

Fonte: Jornal O Dia

Positivo Informática




Fonte: Propaganda & Marketing - SP
http://www.info4.com.br/gomateria.asp?cod=12209&nome=683&cliente=683&a=683&c=683&m=12209

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Fundação Telefônica escolhe o Brasil para uso-piloto do Educalab

IT Careers - Convergência Digital
Da redação
30/09/2009

Por meio do IDIE – Instituto para o Desenvolvimento da Informática Educativa, projeto da Fundação Telefônica e da OEI – Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação a Ciência e a Cultura, o Brasil irá testar a nova ferramenta hipermídia de uso pedagógico na Internet, chamada Educalab, desenvolvida pelo Laboratório do Centro EducaRede de Formação Avançada, da Espanha.

O EducaRede é um dos grandes programas da Fundação Telefônica na Espanha e na América Latina e visa a inserção social através das Tecnologias da Informação e Comunicação. O uso-piloto da ferramenta começa no dia 3 de outubro, com a formação de um grupo de professores das redes públicas do Estado de São Paulo e municipais da capital e de São Bernardo do Campo, além de escolas particulares.

A formação tem o objetivo de testar as potencialidades dessa ferramenta inovadora pelas escolas participantes e será realizada pelo diretor do Laboratório, Antonio Rodríguez De Las Heras. Professor da Universidade Carlos III de Madri, De Las Heras é um dos maiores especialistas espanhóis em novas tecnologias.

Ele também é diretor do Instituto de Cultura e Tecnologia da Universidade Carlos III, professor associado da Sorbone, de Paris, e já foi premiado pela Fundesco – Fundação para o Desenvolvimento do Conhecimento – com o livro “Navegar por la información”.

Após a formação, o professor, que é o responsável pela concepção do Educalab, acompanhará remotamente o desenvolvimento do uso da ferramenta em sala de aula, para apoiar os professores na exploração de todas as suas potencialidades.

O conceito que permeia o Educalab é o de “novas escritas, novas leituras”, pois todo o conteúdo pensado pelos professores e alunos pode ser construído numa espécie de parede infinita com recursos multimídias, inserindo-se textos, filmes, planilhas, arquivos de Power-point, flash etc, de maneira inovadora. O foco é a criatividade e a colaboração.

Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Inclusão digital na rua, na fábrica, no shopping










Fonte:A Gazeta/ES - 29/09/2009

Emergentes responderão pela metade dos novos acessos em banda larga nos próximos cinco anos

Relatório do Gartner indica que uma em cada quatro residências terá o serviço até dezembro em todo o mundo

Uma em cada quatro residências deve ter acesso em banda larga até o final deste ano em todo o mundo, de acordo com as projeções do Gartner, que considera apenas as conexões por redes fixas. Pelos cálculos da consultoria, serão 422 milhões de lares ligados à internet em alta velocidade até dezembro, frente a 382 milhões ao final de 2008. A projeção é de que o número alcance 580 milhões de conexões fixas até 2013.

O relatório aponta uma série de fatores que contribuem para o crescimento da banda larga, apesar das incertezas econômicas que rondam diversos mercados mundiais: redução dos preços dos PCs, migração do acesso discado, queda no preço da assinatura de banda larga e planos específicos para a disseminação da banda larga criados por diversos governos.

Na lista de mercados com maior penetração do serviço por número de residências, o Brasil não aparece nem entre os 20 maiores, cuja liderança cabe à Coréia, com 93% de penetração, seguida da Holanda, com 88%, e da Dinamarca, com 81%. Pelos cálculos do Gartner, 21 países apresentavam ao final de 2008 uma taxa de penetração superior a 50% dos lares.

O estudo reconhece que a taxa de crescimento vem caindo em muitos mercados maduros, por fruto da saturação, e prevê que nos próximos cinco anos, os mercados emergentes responderão pelo dobro das novas conexões em comparação aos mercados mais desenvolvidos: serão 135 milhões de acessos vindos destes países, frente a 62 milhões dos demais. O Gartner classifica os mercados emergentes como China, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinass, Tailândia, América Latina, Leste Europeu e África.

Os BRICs - Brasil, Rússia, Índia e China – responderão por 92 milhões, ou 68%, das novas 135 milhões de conexões residenciais.

Fonte: http://www.telecomonline.com.br/noticias/paises-emergentes-responderao-pela-metade-dos-novos-acessos-em-banda-larga-nos-proximos-cinco-anos

Baixada Ligada



Fonte: Extra

Acesso à banda larga




Fonte:O Fluminense

"A inclusão digital é uma utopia"





Fonte: Isto É

terça-feira, 22 de setembro de 2009

União prepara programa de banda larga




Fonte: Valor Econômico - SP

Aumenta número de PCs nos domicílios mas desigualdade continua

18 de setembro de 2009

Em 2008, 17,95 milhões de domicílios brasileiros (31,2%) possuíam microcomputador, sendo 13,7 milhões (23,8%) com acesso à Internet, o que significa que apenas dois, em cada dez PCs, eram conectados à internet. Embora os números mostrem evolução em relação a 2007, ainda revelam desigualdade no acesso a tecnologia: Mais da metade dos domicílios do país que têm computador está localizada no Sudeste (10 milhões), região que também concentra a maior proporção de domicílios conectados à internet (31,5%). Em seguida vêm o Sul (28,6%) e o Centro-Oeste (23,5%). Nos últimos lugares aparecem as regiões Norte (10,6%) e Nordeste (11,6%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) relativa ao ano de 2008, divulgada hoje pelo IBGE. (Redação)

Fonte: http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13194&Itemid=105

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Governo Federal vai aumentar o número de telecentros no próximo ano

Brasil tem o maior número de analfabetos da América Latina

No Dia Internacional da Alfabetização, comemorado no dia 08 de setembro, o Brasil aparece como o país com o maior número de analfabetos na América Latina, apesar de alguns progressos, segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, em inglês). No total, 14,1 milhões de brasileiros, o que equivale a 10,5% da população maior de 15 anos, não saber ler nem escrever. No mundo, são 776 milhões de adultos nesta situação. Na última década, o Brasil reduziu essa taxa em cinco pontos percentuais. Porém, em números absolutos, essa diminuição significa a alfabetização de apenas dois milhões de pessoas. Em 2003, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou um programa para promover a alfabetização da população adulta centrado em municípios com taxas de analfabetismo superiores a 25%. A maioria deles fica na região Nordeste. De acordo com os dados cedidos pelos governos latino-americanos e reunidos pela Unesco, a América Latina tem 25 milhões de analfabetos, principalmente no Brasil e México, os países mais populosos. Por outro lado, há nações que avançaram bastante no tema. Hoje, o Equador foi o sexto país latino-americano a anunciar que está livre do analfabetismo. Os outros são Argentina, Cuba, Venezuela, Nicarágua e Bolívia. Com a exceção da Argentina, todos esses países conseguiram tal feito por meio da aplicação do reconhecido método cubano "Sim, eu posso" com a ajuda financeira de Caracas. O programa teve sua efetividade reconhecida pela Unesco e já alfabetizou, de acordo com números oficiais cubanos, 3,1 milhões de pessoas em 28 países. Além disso, nações como Paraguai, Costa Rica e Chile têm feito constantes progressos em termos de alfabetização e estão próximos de serem considerados como livres do analfabetismo. Os países que apresentam taxas de analfabetismo abaixo de 4% da população adulta são considerados como livres do problema.

Fonte: http://www.odisseu.com.br/ticeducacao/newsletter/78_14set2009/index.html#materia4

A Tecnologia e a Educação

Eduardo Chaves*


I. A Tecnologia

Há muitas formas de compreender a tecnologia. Para alguns ela é fruto do conhecimento científico especializado. É, porém, preferível compreendê-la da forma mais ampla possível, como qualquer artefato, método ou técnica criado pelo homem para tornar seu trabalho mais leve, sua locomoção e sua comunicação mais fáceis, ou simplesmente sua vida mais satisfatória, agradável e divertida. Neste sentido amplo, a tecnologia não é algo novo - na verdade, é quase tão velha quanto o próprio homem, visto como homem criador (homo creator).

Nem todas as tecnologias inventadas pelo homem são relevantes para a educação. Algumas apenas estendem sua força física, seus músculos. Outras apenas lhe permitem mover-se pelo espaço mais rapidamente e/ou com menor esforço. Nenhuma dessas tecnologias é altamente relevante para a educação. No entanto, as tecnologias que amplificam os poderes sensoriais do homem, sem dúvida, o são. O mesmo é verdade das tecnologias que estendem a sua capacidade de se comunicar com outras pessoas. Mas, acima de tudo, isto é verdade das tecnologias, disponíveis hoje, que aumentam os seus poderes mentais: sua capacidade de adquirir, organizar, armazenar, analisar, relacionar, integrar, aplicar e transmitir informação.

As tecnologias que grandemente amplificam os poderes sensoriais do homem (como o telescópio, o microscópio, e todos os outros instrumentos que estendem e ampliam os órgãos dos sentidos humanos) são relativamente recentes e foram eles que, em grande medida, tornaram possível a ciência moderna, experimental.

As tecnologias que aumentam os poderes mentais do homem, e que estão centradas no computador digital, foram desenvolvidas em grande parte depois de 1940 - mas só começaram a ter um grande impacto na sociedade a partir do final da década de 70, com a popularização dos microcomputadores e sua interligação em redes. O computador, além de ser uma tecnologia fundamental para o processamento das informações, vem, como vimos, gradativamente absorvendo as tecnologias de comunicação, à medida que estas se digitalizam.

II. A Tecnologia na Educação

Várias expressões são normalmente empregadas para se referir ao uso da tecnologia, no sentido visto, na educação. A expressão mais neutra, "Tecnologia na Educação", parece preferível, visto que nos permite fazer referência à categoria geral que inclui o uso de toda e qualquer forma de tecnologia relevante à educação ("hard" ou "soft", incluindo a fala humana, a escrita, a imprensa, currículos e programas, giz e quadro-negro, e, mais recentemente, a fotografia, o cinema, o rádio, a televisão, o vídeo e, naturalmente, computadores e a Internet).

Não há porque negar, entretanto, que, hoje em dia, quando a expressão "Tecnologia na Educação" é empregada, dificilmente se pensa em giz e quadro-negro ou mesmo de livros e revistas, muito menos em entidades abstratas como currículos e programas. Normalmente, quando se usa a expressão, a atenção se concentra no computador, que se tornou o ponto de convergência de todas as tecnologias mais recentes (e de algumas antigas). E especialmente depois do enorme sucesso comercial da Internet, computadores raramente são vistos como máquinas isoladas, sendo sempre imaginados em rede - a rede, na realidade, se tornando o computador.

Faz sentido lembrar aos educadores o fato de que a fala humana, a escrita, e, conseqüentemente, aulas, livros e revistas, para não mencionar currículos e programas, são tecnologia, e que, portanto, educadores vêm usando tecnologia na educação há muito tempo. É apenas a sua familiaridade com essas tecnologias que as torna transparentes (i.e., invisíveis) a eles.

"Tecnologia na Educação" é uma expressão preferível a "Tecnologia Educacional", pois esta sugere que há algo intrinsecamente educacional nas tecnologias envolvidas, o que não parece ser o caso. A expressão "Tecnologia na Educação" deixa aberta a possibilidade de que tecnologias que tenham sido inventadas para finalidades totalmente alheias à educação, como é o caso do computador, possam, eventualmente, ficar tão ligadas a ela que se torna difícil imaginar como a educação era possível sem elas. A fala humana (conceitual), a escrita, e, mais recentemente, o livro impresso, também foram inventados, provavelmente, com propósitos menos nobres do que a educação em vista. Hoje, porém, a educação é quase inconcebível sem essas tecnologias. Segundo tudo indica, em poucos anos o computador em rede estará, com toda certeza, na mesma categoria.

III. A Aprendizagem Mediada pela Tecnologia

A despeito de sua popularidade, Ensino a Distância talvez não seja a melhor aplicação da tecnologia na educação hoje. Este lugar possivelmente deve ser reservado ao que pode ser chamado de Aprendizagem Mediada pela Tecnologia.

Como mencionado, não há dúvida de que a educação e a aprendizagem podem ocorrer em decorrência do ensino. Mas também não há dúvida de que a educação pode ocorrer através da auto-aprendizagem, i.e., através daquela modalidade de aprendizagem que não está associada a um processo de ensino, mas que ocorre através da interação do ser humano com a natureza, com outras pessoas, e com o mundo cultural. Uma grande proporção da aprendizagem humana acontece desta forma, e, segundo alguns pesquisadores, a aprendizagem, quando ocorre dessa forma, é mais significativa - isto é, acontece mais facilmente, é retida por mais tempo e é transferida de maneira mais natural para outros domínios e contextos - do que a aprendizagem que ocorre em decorrência de processos formais e deliberados de ensino (i.e., através da instrução).

O que é particularmente fascinante nas novas tecnologias disponíveis hoje, em especial na Internet, e, dentro dela, na Web, não é que, com sua ajuda, seja possível ensinar remotamente ou a distância, mas, sim, que elas nos ajudam a criar ambientes ricos em possibilidades de aprendizagem nos quais as pessoas interessadas e motivadas podem aprender quase qualquer coisa sem, necessariamente, se envolver num processo formal e deliberado de ensino. A aprendizagem, neste caso, é mediada apenas pela tecnologia.

Não há dúvida de que atrás da tecnologia há outras pessoas, que preparam os materiais e os disponibilizam através da rede. Quando alguém usa os recursos hoje disponíveis na Internet para aprender de maneiras auto-motivadas e exploratórias, ele usa materiais de diferentes naturezas, preparados e disponibilizados em contextos os mais variados, não raro sem qualquer interesse pedagógico, e ele faz isso de maneira totalmente imprevisível, que, portanto, não pode ser planejada, e num ritmo que é totalmente pessoal e regulado apenas pelo desejo de aprender e pela capacidade de assimilar e digerir o que ele encontra pela frente.

Por causa disso não parece viável chamar essa experiência de Ensino a Distância, como se fosse a Internet que ensinasse, ou como se fossem as pessoas por detrás dos materiais que ensinassem. O que está acontecendo em um contexto como o descrito é Aprendizagem Mediada pela Tecnologia, auto-aprendizagem, isto é, aprendizagem que não é decorrente do ensino.

IV. Modalidades de Uso da Tecnologia na Educação

À vista do que se disse, é possível concluir que as categorias em que podem ser classificadas as principais maneiras de utilizar a tecnologia na educação são:

- Em apoio ao Ensino Presencial
- Em apoio ao Ensino a Distância
- Em apoio à Auto-aprendizagem

V. Tecnologia na Educação e Transferência de Poder para o Aprendente

Para que a tecnologia, quando usada na educação, possa ser um instrumento de transferência de poder ("empowerment") para o aprendente, que permita que ele, de posse das potentes ferramentas de aprendizagem que a tecnologia coloca à sua disposição, possa gradativamente se tornar autônomo em sua aprendizagem, é necessário que, junto com a introdução da tecnologia na educação, sejam repensadas as práticas educacionais da escola - de modo a se rever, especialmente, a função dos conteúdos curriculares e o papel do professor no desenvolvimento das competências e habilidades que farão do aprendente alguém capaz de aprender sempre à medida que constrói seus projetos de vida no plano pessoal e social.

* Eduardo Chaves é Professor Titular de Filosofia da Educação da Universidade Estadual de Campinas e Consultor do Programa "Sua Escola a 2000 por Hora".

Fonte: http://www.odisseu.com.br/ticeducacao/newsletter/78_14set2009/index.html#materia4

Recursos do Fust poderão financiar acesso à banda larga nas escolas públicas e para pessoas de baixa renda

Deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE)

O Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) foi instituído pela Lei 9.998/00, sendo designado para a implantação de serviços do setor e destinado a população carente. No dia 8 de setembro, líderes partidários e do governo estiveram reunidos na Câmara dos Deputados e assinaram um documento para aprovação em caráter de urgência do Projeto de Lei 1481/07, que amplia a destinação dos recursos do Fust para financiar a universalização da internet banda larga no País. Em junho de 2008, a proposta foi consentida por uma comissão especial formada para tratar do assunto. De acordo com o texto, os recursos do fundo poderão ser aplicados para expandir os serviços de internet e a preferência é estabelecer a conexão banda larga em todas as escolas públicas até 2013. O Fust também poderá ser utilizado para universalizar o acesso à banda larga às pessoas de baixa renda. Segundo a legislação, o uso do fundo é permitido, apenas, aos serviços de telefonia fixa e estima-se que já tenha acumulando cerca de R$ 8 bilhões. Em entrevista exclusiva à TIC Educação, Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), deputado relator do projeto, falou sobre a finalidade do PL 1481/07, além de explicar como os recursos do fundo podem democratizar o acesso e a ampliação da internet banda larga nas escolas públicas do País. O deputado analisou também como os atrativos do Fust serão utilizados na acessibilidade da rede para as pessoas de baixa renda. De acordo com Lustosa, essa medida do Fust com a educação não é uma iniciativa realizada de forma isolada. O Governo Federal, em parceria com órgãos ministeriais e com os governos estaduais e municipais, vem investindo na informatização das escolas e na preparação dos docentes para lidar com as ferramentas de TICs. Caso o projeto seja aprovado, as estratégias adotadas e implantadas ficarão mais consolidadas.

TIC – De que se trata o Projeto de Lei 1481/07?

Paulo Henrique Lustosa – O Projeto de Lei 1481/07, do senador Aloizio Mercadante, coloca como obrigação o uso do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para garantir a instalação da internet banda larga em todas as escolas do País. Essa é a proposta original do projeto. Na Câmara dos Deputados foi criada uma comissão especial para tratar do tema, da qual eu fui relator, e no substitutivo que nós apresentamos ao projeto do senador, além de manter a meta de universalização de banda larga nas escolas, nos aproveitamos para reformular algumas questões mais operacionais da gestão do fundo, como formas de aplicação e tipos de aplicação permitida, fizemos ajustes nesse sentido. Mas a essência do substitutivo preserva a proposta original do senador Mercadante que é universalizar a banda larga para todas as escolas até 2013.

TIC – De que forma os recursos do Fust podem democratizar o acesso e a universalização da internet em banda larga nas escolas públicas?

Paulo Henrique Lustosa – O fundo permite financiar tanto a infraestrutura necessária para que a banda larga chegue às escolas, seja na parte de backbone, back holder e cabos, a parte de infraestrutura de conexão, como numa etapa futura pode financiar a própria manutenção dos serviços. Sabemos que algumas escolas, principalmente as escolas das regiões mais carentes de recursos financeiros do País, talvez tenham até dificuldade de pagar a conta dos serviços de telecomunicação. Então, o fundo tanto financia a infraestrutura necessária como pode financiar a manutenção do serviço. Como o Ministério da Educação (MEC), através de seus programas, já vem equipando as escolas com os laboratórios de informática e com outros programas dessa natureza, isso se soma ao financiamento da infraestrutura, ao financiamento de equipamentos com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e outros tipos de financiamento da manutenção de serviços para garantir todas as escolas com banda larga.

TIC – É previsto que os recursos do Fust também sejam utilizados na acessibilidade da rede para pessoas de baixa renda. Como você analisa essa questão?

Paulo Henrique Lustosa – Esse é um dos desafios da forma de implementação do fundo. Vejamos, para dificuldade de acesso, a explicação é similar ao questionamento que damos à escola. Hoje, a dificuldade de acesso aos serviços de telecomunicações e de banda larga dar-se em função de duas questões. A primeira é a dificuldades pela inexistência do serviço. Então, em determinadas regiões do País que não tem infraestrutura e tecnologia suficiente para que a população possa receber banda larga nas suas casas, nas escolas, nas empresas, no comércio, na prefeitura, etc. Logo, existem pessoas com capacidade de pagar pelo serviço, mas não tem infraestrutura para garantir a entrega deste serviço. Então, essa possibilidade é quando abordo o financiamento de infrestrutura. A outra questão que está diretamente ligada à população de baixa renda é que existe uma série de localidades, nas quais seria possível, atualmente, oferecer serviços de banda larga, mas as pessoas, por causa da baixa renda, não conseguiriam pagar pelo serviço. Então, a questão é avaliar qual é o mecanismo necessário para subsidiar o acesso dessas pessoas ao serviço para que elas paguem menos.

TIC – Os recursos do Fust serão destinados às escolas rurais e para a formação dos docentes para lidar com as ferramentas de TIC?

Paulo Henrique Lustosa – Os recursos do fundo são para a universalização da infraestrutura e do acesso à internet banda larga. Qual é o nosso desafio e o trabalho que o MEC vem realizando? O desafio é que consigamos fazer um esforço coordenado. O Fust financia a infraestrutura, o acesso e a conexão, o MEC financiaria, por intermédio do FNDE - assim como outros fundos, sejam os estaduais e dos governos municipais -, os equipamentos e a qualificação dos docentes. Esse é o modelo que eu imagino que será adotado e que estamos propondo.

TIC – Como a universalização da internet pode melhorar a qualidade do ensino público, estimular os professores e ajudar na formação profissional dos estudantes?

Paulo Henrique Lustosa – Acho que são várias as possibilidades. É claro que o investimento cada vez maior na qualificação dos profissionais da educação é fundamental. Mas o acesso as TICs e à banda larga, em minha opinião, impacta favoravelmente o ambiente da sala de aula, porque oferece novos recursos para os alunos e professores trabalhar a formação e o conhecimento de uma maneira mais dinâmica, lúdica e interativa. Impacta também a gestão da rede de ensino, porque possibilita, por exemplo, a redução de custos significativos em termos de acompanhamento da freqüência escolar, da prestação de contas, da gestão educacional, das compras. Com o dinheiro diretamente nas escolas, com a descentralização dos recursos, os profissionais da educação com acesso a internet podem fazer pesquisa de preços, edital de compra de produtos e outros serviços. O acesso à internet tanto impacta favoravelmente o ambiente da sala de aula como a gestão da rede de ensino e das necessidades. É importante salientar o seguinte, aprovando-se o projeto do Fust, o documento consolida uma estratégia que o Governo Federal já vem implementando. Em 2008, o governo fez um acordo com as operadoras de telefonia fixa para garantir que até o final de 2010 todas as escolas públicas urbanas do País tenham internet banda larga. Isso garante uma cobertura de 87% do alunado. Então, o que vamos conseguir com a aprovação do projeto do Fust é complementar essa estratégia do Governo e levar a conexão banda larga também para todas as escolas rurais do País, universalizando o acesso. Essa medida do Fust com a educação não é uma iniciativa realizada de forma isolada. O MEC vem realizando ações com o Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu uma linha de crédito para que as prefeituras possam adquirir computadores para os alunos e professores, dentro da estratégia do programa Um Computador Por Aluno. O ministério também está investindo em um portal para formação dos professores e desenvolvimento de conteúdo e os recursos do Fust vêm para somar todas essas iniciativas. É importante mostrar isso. O dinheiro do fundo não é uma panacéia, não vai resolver todos os desafios educacionais e não é um fenômeno isolado. Ele é um esforço que se soma a um conjunto de ações que estão sendo desenvolvidas pelo Governo Federal, pelos estados e municípios que viabilizará as medidas para que possamos ter uma escola moderna no futuro.

Fonte: http://www.odisseu.com.br/ticeducacao/newsletter/78_14set2009/index.html#materia1

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

CCT da Câmara debate políticas públicas para lan houses

08 de setembro de 2009

A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara realiza audiência pública nesta quinta-feira (10) para discutir o funcionamento de lan houses. Os deputados querem discutir medidas para tornar as lan houses centros de cultura digital, com ambiente profissionalizado e apoio de instituições públicas.

Os parlamentares afirmam que o País já conta com mais de 90 mil lan houses, cujo funcionamento, mesmo de forma desordenada, tem contribuído para o processo de inclusão digital. Segundo pesquisas, as lan houses respondem por mais de 40% dos acessos à internet no país.

Convidados

Foram convidados para o debate o presidente da Associação Brasileira dos Centros de Inclusão Digital, Mário Brandão; o orientador da lan-house Conjunto Antares na zona oeste do Rio de Janeiro, Anderson Luis Balbino de Sousa; o diretor administrativo da Associação Brasileira dos Centros de Inclusão Digital, Rafael Maurício da Costa; os diretores da RadiumSystems, Rodrido Lara Mesquita e Oswaldo Gouvêa de Oliveira; e o professor da Escola de Direito da Fundação Getúllio Vargas (FGV), Ronaldo Lemos.

O debate foi proposto pelos deputados Eduardo Gomes (PSDB-TO), presidente da comissão, e Otavio Leite (PSDB-RJ). A audiência está marcada para as 10 horas no plenário 13. (Da redação, com Agência Câmara)

Fonte: http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13073&Itemid=105

MEC e bancos oficiais começam a vender notebook para professores

31 de agosto de 2009

Começou hoje, em teste piloto, o Computador Portátil para Professores, programa federal de venda de notebooks financiados para professores. A oferta está disponível, durante o teste, para 64 cidades do país. Os professores de redes públicas ou privadas dessas cidades podem entrar no site www.computadorparaprofessores.gov.br para escolher o modelo de sua preferência e solicitar o financiamento para a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil ou o Banco Postal (Bradesco). A formalização da compra, no entanto, não pode ser feita por meio da internet. A aquisição somente pode ser feita de forma presencial nas agências dos Correios que operem com o Banco Postal ou nas agências dos bancos credenciados, localizadas nesses primeiros 64 municípios. Os computadores serão entregues pelos Correios.

Os preços vão de R$ 1.199,00 a R$ 1.400,00. A configuração mínima do notebook, definida em portaria, visa permitir ao professor preparar aulas, apresentações, acessar a internet, baixar arquivos de conteúdos educacionais. Por enquanto, só há um modelo disponível, o Positivo Mobile Z50, com tela de 14.1 polegadas, processador Intel Celeron 900 de 2,2Ghz, memória de 1GB e disco rígido de 160 GB. O preço é R$ 1.199,00. Nos próximos dias devem entrar no ar as ofertas de outros fabricantes, provavelmente CCE/Digibrás, Itautec e Intelbrás – que haviam se credenciado no ano passado -- além de outros dois. Serão seis fornecedores, ao todo.

No preço, que poderá ser pago à vista ou parcelado em 12, 24, ou 36 vezes, está incluído o valor do frete. Os juros vão depender de cada banco, mas o patamar máximo são os juros do crédito consignado em folha para servidores federais praticados em cada banco. Os Correios vão entregar os notebooks em todo o Brasil. A expectativa é de que o prazo máximo para as máquinas chegarem seja de 30 dias, nas cidades mais distantes, e o teste de campo visa, entre outras coisas, avaliar esta expectativa. A primeira parcela do financiamento, no entanto, só vai vencer depois de 60 dias da aprovação do crédito.

Os professores precisam comprovar que exercem esta profissão, conforme instruções no site do programa. Professores da rede privada só poderão comprar o equipamento se a instituição em que trabalham for credenciada pelo Ministério da Educação. O projeto é resultado da articulação entre o setor privado - indústria de computadores e bancos - e o setor público, por intermédio da Presidência da República, Ministério da Educação - MEC, da Ciência e Tecnologia – MCT, e da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT, destinado aos professores em atividade do ensino básico, profissional e superior. A fase piloto se estende até o final de setembro, quando programa deverá ser estendido a outros municípios.
(Do ARede Online)

Fonte: http://telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13006&Itemid=105

Avenida Brasil terá internet grátis para 1 milhão







Fonte: http://www.info4.com.br/gomateria.asp?cod=11987&nome=683&cliente=683&a=683&c=683&pag=6&m=11987

Congresso Internacional EducaRede intensifica debate na Internet sobre inovação na escola

São Paulo, 31 de agosto de 2009

A três meses da celebração do V Congresso Internacional EducaRede, da Fundacão Telefônica, em Madri, o debate em torno da inovação na escola se intensifica na Internet. O evento está em canais como Facebook e Twitter e a própria homepage do Congresso permite um intercâmbio cada vez maior de experiências entre as mais de 2.300 pessoas de 30 países que já se inscreveram, tanto para a edição virtual quanto presencial. O Brasil já havia postado 34 experiências até o início de agosto.
No começo de agosto, o perfil oficial do Congresso no Facebook se aproximava dos 400 fãs, enquanto que a conta do Twitter superava os 160 seguidores. No Brasil, as mensagens estão sendo redirecionadas para o Twitter do EducaRede, com mais de 1.450 seguidores.
O Brasil, que é o país convidado do evento neste ano, já confirmou as presenças de quatro conferencistas: os educadores Roseli de Deus, da Universidade de São Paulo; Nelson Pretto, da Universidade Federal da Bahia; Rogério da Costa, do Laboratório de Inteligência Coletiva da Pontifícia Universidade Católica -SP, e Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, também da PUC - SP, do Programa de Pós-Graduação em Educação.
O país vai levar a experiência da área pública com as TICs - Tecnologias de Informação e Comunicação, como o Portal do Professor, o Núcleo de Tecnologia Educacional e os Laboratórios Móveis (Classmates), a fim de mostrar como está o uso da internet na escola pública.

Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2009/08/31/congresso-internacional-educarede-intensifica-debate-na-internet-sobre-inovacao-na-escola-767395074.asp

Projeto "Um Computador por Aluno" vira subprograma do Proinfo

sexta-feira, 28 de agosto de 2009, 17h08

O programa Um Computador por Aluno (UCA) foi reclassificado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) de programa para subprograma. Isso porque segundo resolução aprovada pelo órgão na quarta-feira, 26, , o UCA se trata de uma ação do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo).

Além disso, segundo o voto do CMN, o UCA passará a explicitar os requisitos que devem ser observados pelos entres federados e, além disso, retira da proposta o item “infra-estrutura de rede e dos serviços de instalação” da lista de itens financiáveis.

“Um montante elevado dos recursos poderia ser aplicado numa atividade não finalística do subprograma e os editais do MEC para aquisição de tecnologias às escolas públicas já trazem em seu escopo as etapas de entrega, instalação, configuração e garantia de funcionamento, que estariam sobrepostas ao financiamento da infra-estrutura e serviços de instalação”, completou o chefe da assessoria econômica do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt. Outra alteração foi na taxa de juros, que fica limitada à TJLP + 4% ao ano. Já o prazo passa para 36 meses, incluindo os seis meses de carência.

Fonte: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=145175&C=265