segunda-feira, 31 de maio de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Cidade do Rio tem um PC por aluno
Fonte: Info Online - SP
Debatido em diversas partes do mundo, foi em uma pequena cidade do Rio de Janeiro que o projeto Um Computador por Aluno se saiu melhor no Brasil. Foi a pequena Piraí, cidade localizada no Vale do Paraíba fluminense, que conseguiu implantá-lo com 100% de eficácia.
"Começamos a trabalhar na implantação do projeto em 2001. Na sequencia, começamos a elaborar o modelo de uma rede aberta acessível a toda população. Em 2004, começamos a capacitar nossos professores para trabalharem com a tecnologia junto aos alunos”, diz o coordenador do Piraí Digital, Franklin Coelho.
Segundo Coelho, em um primeiro momento a Anatel recusou a proposta de Piraí de oferecer internet gratuita à população, dizendo que isso cabia à iniciativa privada.
Porém, foi só em 2007 que o Piraí Digital deslanchou de vez, quando a cidade recebeu da Intel 400 laptops. As máquinas foram destinadas escola municipal Professora Rosa da Conceição Guedes.
Com um Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2,2 e considerada umas das 100 piores escolas do Brasil, um ano após a escola já tinha conseguido elevar sua nota para 4,4. A evasão escolar também caiu de cerca de 10% para 1% após a implantação
“Hoje, é um projeto político-pedagógico que abrange as 21 escolas públicas do município”, diz a coordenadora educacional do projeto, a pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maria Helena Cautiero. “Os alunos não podem levar os computadores para casa, mas tem livro acesso à escola para usar as máquinas a qualquer horário”, completa ela.
Para dar andamento ao projeto, em agosto de 2009, o Governo Federal resolveu investir mais no município de 20 mil habitantes, e comprou computadores para serem utilizados por todas as escolas municipais.
Hoje, os 6.200 alunos do ensino infantil, fundamental, médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA) de 21 escolas da cidade são beneficiados pelo projeto. Hoje, 100% dos 25 mil habitantes da cidade tem acesso à conexão com internet, seja nos telecentros ou por meio da rede Wi-Fi aberta do município.
Nos próximos anos, o Ministério da Educação pretende estender o modelo de Piraí para outros 300 municípios brasileiros.
Mais informações sobre o Piraí Digital podem ser acessadas no site do projeto.
Debatido em diversas partes do mundo, foi em uma pequena cidade do Rio de Janeiro que o projeto Um Computador por Aluno se saiu melhor no Brasil. Foi a pequena Piraí, cidade localizada no Vale do Paraíba fluminense, que conseguiu implantá-lo com 100% de eficácia.
"Começamos a trabalhar na implantação do projeto em 2001. Na sequencia, começamos a elaborar o modelo de uma rede aberta acessível a toda população. Em 2004, começamos a capacitar nossos professores para trabalharem com a tecnologia junto aos alunos”, diz o coordenador do Piraí Digital, Franklin Coelho.
Segundo Coelho, em um primeiro momento a Anatel recusou a proposta de Piraí de oferecer internet gratuita à população, dizendo que isso cabia à iniciativa privada.
Porém, foi só em 2007 que o Piraí Digital deslanchou de vez, quando a cidade recebeu da Intel 400 laptops. As máquinas foram destinadas escola municipal Professora Rosa da Conceição Guedes.
Com um Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2,2 e considerada umas das 100 piores escolas do Brasil, um ano após a escola já tinha conseguido elevar sua nota para 4,4. A evasão escolar também caiu de cerca de 10% para 1% após a implantação
“Hoje, é um projeto político-pedagógico que abrange as 21 escolas públicas do município”, diz a coordenadora educacional do projeto, a pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maria Helena Cautiero. “Os alunos não podem levar os computadores para casa, mas tem livro acesso à escola para usar as máquinas a qualquer horário”, completa ela.
Para dar andamento ao projeto, em agosto de 2009, o Governo Federal resolveu investir mais no município de 20 mil habitantes, e comprou computadores para serem utilizados por todas as escolas municipais.
Hoje, os 6.200 alunos do ensino infantil, fundamental, médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA) de 21 escolas da cidade são beneficiados pelo projeto. Hoje, 100% dos 25 mil habitantes da cidade tem acesso à conexão com internet, seja nos telecentros ou por meio da rede Wi-Fi aberta do município.
Nos próximos anos, o Ministério da Educação pretende estender o modelo de Piraí para outros 300 municípios brasileiros.
Mais informações sobre o Piraí Digital podem ser acessadas no site do projeto.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Governo do Rio e Microsoft firmam parceria para inclusão digital
Fonte: TI Inside Online - SP
A Microsoft e o governo do estado do Rio de Janeiro assinaram um memorando de intenções para inclusão digital no estado, na segunda-feira, 24. O acordo prevê o desenvolvimento de projetos de inclusão digital para as comunidades carentes, incentivo ao uso de tecnologia nas escolas e a criação de conhecimento tecnológico para as pequenas e médias empresas no estado.
O documento foi assinado pelo governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, e o chefe de operações globais da Microsoft, Kevin Turner, e o presidente da companhia no Brasil, Michel Levy.
A Microsoft doará software, fará o treinamento de monitores e fornecerá serviços de internet para as organizações não-governamentais (ONGs) do Rio de Janeiro, bem como um curso básico de inglês, ministrado pela web. A primeira fase do projeto abragerá as comunidades de Manguinhos e o Morro do Alemão e pretende atingir 600 famílias.
A primeira etapa da parte escolar do projeto deve atingir 600 mil alunos da rede pública. A Microsoft fornecerá tecnologia e conteúdo e o governo infraestrutura para a capacitação dos estudantes em cloud computing. Na parte corporativa do projeto, a companhia de Bill Gates doará software e oferecerá treinamento aos funcionários para impulsionar o crescimento de start-ups fluminenses.
A fabricante de software não soube informar, porém, quanto pretende investir nem quando a primeira fase do projeto deve ser iniciada. Procurado pela reportagem de TI INSIDE Online, o governo do Rio de Janeiro disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não sabe dar detalhes sobre a parceria.
A Microsoft e o governo do estado do Rio de Janeiro assinaram um memorando de intenções para inclusão digital no estado, na segunda-feira, 24. O acordo prevê o desenvolvimento de projetos de inclusão digital para as comunidades carentes, incentivo ao uso de tecnologia nas escolas e a criação de conhecimento tecnológico para as pequenas e médias empresas no estado.
O documento foi assinado pelo governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, e o chefe de operações globais da Microsoft, Kevin Turner, e o presidente da companhia no Brasil, Michel Levy.
A Microsoft doará software, fará o treinamento de monitores e fornecerá serviços de internet para as organizações não-governamentais (ONGs) do Rio de Janeiro, bem como um curso básico de inglês, ministrado pela web. A primeira fase do projeto abragerá as comunidades de Manguinhos e o Morro do Alemão e pretende atingir 600 famílias.
A primeira etapa da parte escolar do projeto deve atingir 600 mil alunos da rede pública. A Microsoft fornecerá tecnologia e conteúdo e o governo infraestrutura para a capacitação dos estudantes em cloud computing. Na parte corporativa do projeto, a companhia de Bill Gates doará software e oferecerá treinamento aos funcionários para impulsionar o crescimento de start-ups fluminenses.
A fabricante de software não soube informar, porém, quanto pretende investir nem quando a primeira fase do projeto deve ser iniciada. Procurado pela reportagem de TI INSIDE Online, o governo do Rio de Janeiro disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não sabe dar detalhes sobre a parceria.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Inclusão digital e social
O programa de inclusão digital do governo paulista, o Acessa São Paulo, chegará a 86% dos municípios até o fim deste ano. Em 557 cidades haverá 633 postos com capacidade de 1,6 milhão de atendimentos mensais - um aumento de 63% se comparado a 2007, ano em que o programa começou a se expandir. Desde o início do processo, há dez anos, houve mais de 45,7 milhões de atendimentos para quase 2 milhões de usuários cadastrados.
O programa Acessa São Paulo, coordenado pela Secretaria de Gestão Pública e administrado pela Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), dispõe nos postos já instalados pelos municípios de 4,7 mil computadores e de 1,1 mil monitores para orientar os usuários e desenvolver projetos de melhoria do atendimento.
Além de contar com salas equipadas com computadores, o programa estimula o desenvolvimento de projetos comunitários com o uso da Tecnologia da Informação, que podem ampliar, por exemplo, o acesso a cursos de informática, cultura, educação, emprego, trabalho e saúde. Também divulga e facilita o uso de serviços do governo eletrônico e promove a formação continuada em novas tecnologias. O programa pretende promover, além da inclusão digital, a inclusão social. Afinal, atualmente, um aluno ou um profissional que não frequenta a web está condenado à exclusão.
Nas unidades, os usuários podem ter acesso gratuito à internet banda larga pelo período de 30 minutos. Esgotado esse tempo, basta pegar nova senha e aguardar a vez. Conforme dados da pesquisa Ponline de 2009, que avalia o perfil do frequentador do Acessa São Paulo, numa amostra de 8.268 cidadãos, a maioria (69%) tem renda familiar de até dois salários mínimos. Em relação ao ano anterior, o número de usuários que não trabalham aumentou de 57% para 64%.
O levantamento mostrou também aumento da frequência de usuários com renda familiar de menos de um salário mínimo - reflexo da expansão do Acessa São Paulo em municípios com índices de desenvolvimento mais baixos.
Nas salas do programa há desde adolescentes até boias-frias, no interior, descobrindo como controlar o mouse. Há gente trabalhando nas salas exclusivas para profissionais, de algumas unidades, e pessoas aprendendo os primeiros passos do Word ou do Excel com os monitores.
Dados do IAB Brasil mostram que a parcela da população classificada como classe C é a que mais cresce na utilização da web. Entre 2008 e 2009, enquanto a participação das classes AB e DE na rede crescia 4%, a da classe C passou para 6% do total de usuários.
Quase 30% dos frequentadores das unidades do Acessa São Paulo têm computador em casa, mas não podem pagar pelo acesso à rede. Para essa parcela, o governo paulista criou, por meio do Decreto 59.921, de outubro passado, o Programa Banda Larga Popular que isenta esse serviço do ICMS.
Pacotes oferecidos pelas operadoras Net e Telefônica custam, no máximo, R$ 29,80 mensais e dão direito a um modem, serviços de instalação e de provedor de internet com velocidades que variam entre 200 Kbps (quatro vezes mais rápida que a velocidade da conexão discada) e 1 Mbps. Os pacotes dão acesso ilimitado à internet, sem restrições de horário ou de volume de tráfego de dados. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios mostram que aproximadamente 2,5 milhões de domicílios podem ser beneficiados pelo Programa Banda Larga Popular.
Além da inclusão digital e social, o acesso à internet banda larga incrementa a atividade econômica, como já foi comprovado pelo Banco Mundial. Os técnicos do Bird têm feito levantamentos sobre as relações, em diversos países, entre o aumento do uso da rede e o incremento do PIB.
O programa paulista pode servir de modelo para outras unidades da Federação e mesmo para municípios que pretendam ter uma política continuada de inclusão digital das parcelas de jovens ou adultos da população.
O programa Acessa São Paulo, coordenado pela Secretaria de Gestão Pública e administrado pela Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), dispõe nos postos já instalados pelos municípios de 4,7 mil computadores e de 1,1 mil monitores para orientar os usuários e desenvolver projetos de melhoria do atendimento.
Além de contar com salas equipadas com computadores, o programa estimula o desenvolvimento de projetos comunitários com o uso da Tecnologia da Informação, que podem ampliar, por exemplo, o acesso a cursos de informática, cultura, educação, emprego, trabalho e saúde. Também divulga e facilita o uso de serviços do governo eletrônico e promove a formação continuada em novas tecnologias. O programa pretende promover, além da inclusão digital, a inclusão social. Afinal, atualmente, um aluno ou um profissional que não frequenta a web está condenado à exclusão.
Nas unidades, os usuários podem ter acesso gratuito à internet banda larga pelo período de 30 minutos. Esgotado esse tempo, basta pegar nova senha e aguardar a vez. Conforme dados da pesquisa Ponline de 2009, que avalia o perfil do frequentador do Acessa São Paulo, numa amostra de 8.268 cidadãos, a maioria (69%) tem renda familiar de até dois salários mínimos. Em relação ao ano anterior, o número de usuários que não trabalham aumentou de 57% para 64%.
O levantamento mostrou também aumento da frequência de usuários com renda familiar de menos de um salário mínimo - reflexo da expansão do Acessa São Paulo em municípios com índices de desenvolvimento mais baixos.
Nas salas do programa há desde adolescentes até boias-frias, no interior, descobrindo como controlar o mouse. Há gente trabalhando nas salas exclusivas para profissionais, de algumas unidades, e pessoas aprendendo os primeiros passos do Word ou do Excel com os monitores.
Dados do IAB Brasil mostram que a parcela da população classificada como classe C é a que mais cresce na utilização da web. Entre 2008 e 2009, enquanto a participação das classes AB e DE na rede crescia 4%, a da classe C passou para 6% do total de usuários.
Quase 30% dos frequentadores das unidades do Acessa São Paulo têm computador em casa, mas não podem pagar pelo acesso à rede. Para essa parcela, o governo paulista criou, por meio do Decreto 59.921, de outubro passado, o Programa Banda Larga Popular que isenta esse serviço do ICMS.
Pacotes oferecidos pelas operadoras Net e Telefônica custam, no máximo, R$ 29,80 mensais e dão direito a um modem, serviços de instalação e de provedor de internet com velocidades que variam entre 200 Kbps (quatro vezes mais rápida que a velocidade da conexão discada) e 1 Mbps. Os pacotes dão acesso ilimitado à internet, sem restrições de horário ou de volume de tráfego de dados. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios mostram que aproximadamente 2,5 milhões de domicílios podem ser beneficiados pelo Programa Banda Larga Popular.
Além da inclusão digital e social, o acesso à internet banda larga incrementa a atividade econômica, como já foi comprovado pelo Banco Mundial. Os técnicos do Bird têm feito levantamentos sobre as relações, em diversos países, entre o aumento do uso da rede e o incremento do PIB.
O programa paulista pode servir de modelo para outras unidades da Federação e mesmo para municípios que pretendam ter uma política continuada de inclusão digital das parcelas de jovens ou adultos da população.
sábado, 22 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
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