Decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, hoje (28) institui o Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros BR. O objetivo do governo é ampliar a inclusão digital, com a implantação de novos centros e o fortalecimento dos espaços já existentes. Os telecentros dispõem de computadores conectados à internet e disponíveis para vários usos, incluindo navegação livre.
O apoio se dará com o oferecimento de conexão, computadores, bolsas de auxílio financeiro a jovens monitores e formação de monitores bolsistas e não bolsistas para atuar nos telecentros. A qualificação será realizada por meio de uma rede nacional de formação de monitores.
Podem aderir ao programa órgãos federais, estaduais, municipais e da sociedade civil responsáveis pela implantação e funcionamento de espaços públicos e comunitários de inclusão digital da população. A coordenação é dos ministérios da Ciência e Tecnologia, da Comunicação e do Planejamento.
Fonte: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=153240&C=265
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Banda larga popular vai custar R$29,80
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Infância sem brinquedos
Troca de produtos tradicionais para crianças pelos eletrônicos preocupa especialistas, que criticam a imitação de adultos e o fim cada vez mais rápido do ‘mundo-do-faz-de-conta’
POR MICHEL ALECRIM, RIO DE JANEIRO
Rio - Quando as crianças abrirem seus presentes amanhã também vão começar a moldar o adulto que um dia serão. É o que explicam especialistas preocupados com a infância cada vez mais curta. O uso excessivo de jogos eletrônicos, computadores, celulares e outros aparelhos faz com que meninos e meninas já abandonem o “mundo-do-faz-de conta” logos aos 8 anos. O resultado é a perda de criatividade e sociabilidade.
O problema já preocupa a indústria de brinquedos, que tenta recuperar a função que esses objetos já tiveram. A consultora da Associação Brasileira do Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) Cecília Aflalo explica que os pequenos vivem cada vez mais confinados em casa e sem atenção dos pais. As mídias eletrônicas acabam entrando para distraí-las. “A tecnologia permite que a criança imite o mundo adulto. Isso não está certo porque ela passa a lidar com o mundo real e deixa de ser criança”, observa.
Enquanto um joguinho eletrônico afasta os meninos e as meninas do mundo ao redor, há brinquedos tradicionais que permitem o convívio com colegas e parentes, como os quebra-cabeças. Além da falta de convivência, o vício nos games prejudica o desenvolvimento psico-motor. É comum MP3, MP4 e videogames aparecerem na lista de presentes, mas pais precisam saber a hora de comprá-los.
Especialistas recomendam uso de brinquedos que estimulem o desenvolvimento dos sentidos, principalmente para os mais novos. Por isso, aqueles chocalhos baratinhos, que mexem com a audição, são tão importantes para bebês.
A aposentada Natália Vasserman, de 65 anos, ficou surpresa com a volta de brinquedos que estimulam a criatividade. Júlio Ezagui, da Toy Boy, do Shopping Tijuca, diz que muitos pais procuram produtos que permitam a participação deles. Maria Helena Masquetti, da Fundação Alana, de São Paulo, recomenda o diálogo com a criança quando ela exige um produto não apropriado. “É comum a criança ter a sensação de que se ela não tiver o celular, por exemplo, não será aceita. É preciso mostrar que ela tem que ser valorizada pelas qualidades”, orienta.
A fisioterapeuta Ana Isabel Joia, de 35 anos, admite que é difícil convencer o filho Roberto, de 3: “Mas uma coisa eu não deixo de jeito nenhum: jogos que tenham violência”.
Tecnologia com moderação
Apesar das críticas que o uso de produtos eletrônicos por crianças provoca, há especialistas que recomendam o uso da tecnologia, desde que com moderação. A coordenadora pedagógica do Comitê pela Democratização da Informática (CDI) do Paraná, Eliane Abel de Oliveira, diz que a Internet e até os jogos podem estimular a inteligência dos pequenos, desde que não passe de duas horas por dia. Ela também recomenda que os pais acompanhem o que os filhos veem na Internet.
Fonte: Jornal O Dia
POR MICHEL ALECRIM, RIO DE JANEIRO
Rio - Quando as crianças abrirem seus presentes amanhã também vão começar a moldar o adulto que um dia serão. É o que explicam especialistas preocupados com a infância cada vez mais curta. O uso excessivo de jogos eletrônicos, computadores, celulares e outros aparelhos faz com que meninos e meninas já abandonem o “mundo-do-faz-de conta” logos aos 8 anos. O resultado é a perda de criatividade e sociabilidade.
O problema já preocupa a indústria de brinquedos, que tenta recuperar a função que esses objetos já tiveram. A consultora da Associação Brasileira do Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) Cecília Aflalo explica que os pequenos vivem cada vez mais confinados em casa e sem atenção dos pais. As mídias eletrônicas acabam entrando para distraí-las. “A tecnologia permite que a criança imite o mundo adulto. Isso não está certo porque ela passa a lidar com o mundo real e deixa de ser criança”, observa.
Enquanto um joguinho eletrônico afasta os meninos e as meninas do mundo ao redor, há brinquedos tradicionais que permitem o convívio com colegas e parentes, como os quebra-cabeças. Além da falta de convivência, o vício nos games prejudica o desenvolvimento psico-motor. É comum MP3, MP4 e videogames aparecerem na lista de presentes, mas pais precisam saber a hora de comprá-los.
Especialistas recomendam uso de brinquedos que estimulem o desenvolvimento dos sentidos, principalmente para os mais novos. Por isso, aqueles chocalhos baratinhos, que mexem com a audição, são tão importantes para bebês.
A aposentada Natália Vasserman, de 65 anos, ficou surpresa com a volta de brinquedos que estimulam a criatividade. Júlio Ezagui, da Toy Boy, do Shopping Tijuca, diz que muitos pais procuram produtos que permitam a participação deles. Maria Helena Masquetti, da Fundação Alana, de São Paulo, recomenda o diálogo com a criança quando ela exige um produto não apropriado. “É comum a criança ter a sensação de que se ela não tiver o celular, por exemplo, não será aceita. É preciso mostrar que ela tem que ser valorizada pelas qualidades”, orienta.
A fisioterapeuta Ana Isabel Joia, de 35 anos, admite que é difícil convencer o filho Roberto, de 3: “Mas uma coisa eu não deixo de jeito nenhum: jogos que tenham violência”.
Tecnologia com moderação
Apesar das críticas que o uso de produtos eletrônicos por crianças provoca, há especialistas que recomendam o uso da tecnologia, desde que com moderação. A coordenadora pedagógica do Comitê pela Democratização da Informática (CDI) do Paraná, Eliane Abel de Oliveira, diz que a Internet e até os jogos podem estimular a inteligência dos pequenos, desde que não passe de duas horas por dia. Ela também recomenda que os pais acompanhem o que os filhos veem na Internet.
Fonte: Jornal O Dia
Positivo Informática
terça-feira, 6 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Fundação Telefônica escolhe o Brasil para uso-piloto do Educalab
IT Careers - Convergência Digital
Da redação
30/09/2009
Por meio do IDIE – Instituto para o Desenvolvimento da Informática Educativa, projeto da Fundação Telefônica e da OEI – Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação a Ciência e a Cultura, o Brasil irá testar a nova ferramenta hipermídia de uso pedagógico na Internet, chamada Educalab, desenvolvida pelo Laboratório do Centro EducaRede de Formação Avançada, da Espanha.
O EducaRede é um dos grandes programas da Fundação Telefônica na Espanha e na América Latina e visa a inserção social através das Tecnologias da Informação e Comunicação. O uso-piloto da ferramenta começa no dia 3 de outubro, com a formação de um grupo de professores das redes públicas do Estado de São Paulo e municipais da capital e de São Bernardo do Campo, além de escolas particulares.
A formação tem o objetivo de testar as potencialidades dessa ferramenta inovadora pelas escolas participantes e será realizada pelo diretor do Laboratório, Antonio Rodríguez De Las Heras. Professor da Universidade Carlos III de Madri, De Las Heras é um dos maiores especialistas espanhóis em novas tecnologias.
Ele também é diretor do Instituto de Cultura e Tecnologia da Universidade Carlos III, professor associado da Sorbone, de Paris, e já foi premiado pela Fundesco – Fundação para o Desenvolvimento do Conhecimento – com o livro “Navegar por la información”.
Após a formação, o professor, que é o responsável pela concepção do Educalab, acompanhará remotamente o desenvolvimento do uso da ferramenta em sala de aula, para apoiar os professores na exploração de todas as suas potencialidades.
O conceito que permeia o Educalab é o de “novas escritas, novas leituras”, pois todo o conteúdo pensado pelos professores e alunos pode ser construído numa espécie de parede infinita com recursos multimídias, inserindo-se textos, filmes, planilhas, arquivos de Power-point, flash etc, de maneira inovadora. O foco é a criatividade e a colaboração.
Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br
Da redação
30/09/2009
Por meio do IDIE – Instituto para o Desenvolvimento da Informática Educativa, projeto da Fundação Telefônica e da OEI – Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação a Ciência e a Cultura, o Brasil irá testar a nova ferramenta hipermídia de uso pedagógico na Internet, chamada Educalab, desenvolvida pelo Laboratório do Centro EducaRede de Formação Avançada, da Espanha.
O EducaRede é um dos grandes programas da Fundação Telefônica na Espanha e na América Latina e visa a inserção social através das Tecnologias da Informação e Comunicação. O uso-piloto da ferramenta começa no dia 3 de outubro, com a formação de um grupo de professores das redes públicas do Estado de São Paulo e municipais da capital e de São Bernardo do Campo, além de escolas particulares.
A formação tem o objetivo de testar as potencialidades dessa ferramenta inovadora pelas escolas participantes e será realizada pelo diretor do Laboratório, Antonio Rodríguez De Las Heras. Professor da Universidade Carlos III de Madri, De Las Heras é um dos maiores especialistas espanhóis em novas tecnologias.
Ele também é diretor do Instituto de Cultura e Tecnologia da Universidade Carlos III, professor associado da Sorbone, de Paris, e já foi premiado pela Fundesco – Fundação para o Desenvolvimento do Conhecimento – com o livro “Navegar por la información”.
Após a formação, o professor, que é o responsável pela concepção do Educalab, acompanhará remotamente o desenvolvimento do uso da ferramenta em sala de aula, para apoiar os professores na exploração de todas as suas potencialidades.
O conceito que permeia o Educalab é o de “novas escritas, novas leituras”, pois todo o conteúdo pensado pelos professores e alunos pode ser construído numa espécie de parede infinita com recursos multimídias, inserindo-se textos, filmes, planilhas, arquivos de Power-point, flash etc, de maneira inovadora. O foco é a criatividade e a colaboração.
Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br
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