Fonte: Tele Síntese - SP
O Ministério das Comunicações divulgou novo balanço do Programa de Banda Larga nas Escolas, apontando a conexão de 44.059 instituições educacionais públicas urbanas até 30 de março deste ano. O número representa 67,91% das 64.879 das escolas abrangidas pelo programa.
Nesse primeiro semestre de 2010 foram conectadas 1.371 escolas. Os estados com mais escolas conectadas são Minas Gerais (5.282), São Paulo (5.045), Rio de Janeiro (4.113) e Bahia (4.109). Já as unidades da federação com menos instituições contempladas são Roraima (75), Amapá (137) e Acre (187). De acordo com a agência, todos os estados serão completamente atendidos até o fim de 2010, contemplando mais de 37 milhões de alunos.
O Programa Banda Larga nas Escolas foi desenvolvido pelo Ministério das Comunicações em 2008, como resultado de um compromisso voluntário das concessionárias de telefonia fixa firmado na ocasião da alteração do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU), que trocou a meta de instalação dos PSTs (Postos de Serviços de Telecomunicações) pela construção do backhaul em todos os municípios brasileiros.
A vigência do programa - que não tem ônus para a União, estados, Distrito Federal ou municípios - vai até 2025, com compromisso de ampliação periódica da velocidade. Na época da assinatura do termo aditivo pelas operadoras, em 2008, havia em torno de 56 mil escolas públicas urbanas no país. Desde então, foram implantadas mais de oito mil novas escolas, chegando ao número atual de 64.879 instituições que serão atendidas pelo projeto. Os dados são do último censo escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), vinculado ao Ministério da Educação.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Inclusão Digital
Fonte: Paranashop - PR - Coluna Paiva Netto
Nesta primeira década do Terceiro Milênio, o Brasil ocupa posição de destaque na internet. Em recente pesquisa do Ibope Nielsen Online, o país terminou 2009 com a expressiva marca de 67,5 milhões de acessos, 8,2% maior em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Os dados englobam a navegação feita pelos internautas das residências, dos locais de trabalho, das lan houses, das bibliotecas e dos telecentros.
Não obstante esse avanço, temos muito a conquistar no que diz respeito ao acesso de um número cada vez maior de usuários a essa ferramenta imprescindível, quando bem usada, para a democratização do saber.
O programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), entrevistou o diretor de projetos do Instituto Tecnológico Impacta, professor Ricardo Infantozzi, que trouxe sua colaboração ao tema.
Indagado acerca do reflexo da inclusão digital, o acadêmico foi taxativo: “É muito importante verificar quão realizadas se tornam as pessoas que passam a ter a oportunidade de uma renda melhor, de um crescimento profissional, após passar por uma capacitação, por algo que permita que elas desenvolvam todo o seu potencial”.
NOVA SOCIEDADE
Sobre os obstáculos para a expansão do universo digital brasileiro, Infantozzi apontou: “Para que haja uma inclusão social efetiva, três fatores são fundamentais: acesso ao computador, à rede de dados mundial e à capacitação. Sem abarcar esses três aspectos, esse tripé do conhecimento, não é possível se inserir na nova sociedade”.
Revelou ainda que, dos três itens citados, o hardware é o mais complicado. Contudo, essa dificuldade pode ser amenizada com a própria tecnologia: “O cloud computing [computação por nuvem] permite que um computador quase que vazio ou mesmo um celular — tendo os softwares disponíveis na internet — possa ter a capacidade tanto de processamento quanto de armazenamento compartilhado em toda a base ociosa na rede”.
O hardware é a parte física do computador: peças e componentes.
ESCOLAS E PARCERIAS
Durante a entrevista, o diretor do Instituto Impacta acrescentou que atualmente o mercado remunera melhor os profissionais do conhecimento, aqueles que atuam por tornar a sociedade mais integrada: “E se vivemos a era do conhecimento é fundamental a participação das escolas dentro desse processo”.
Nesse contexto, a Legião da Boa Vontade desenvolve em seus centros comunitários e educacionais cursos de inclusão digital voltados à população de baixa renda.
Ainda sobre o papel dos estabelecimentos de ensino na preparação do aluno para o convívio com a tecnologia, o professor Ricardo chamou a atenção para o fato de que “toda a capacitação deve partir do preparo do professor, mostrando a ele como agregar valor à sua aula utilizando a tecnologia”.
Além disso, as parcerias podem ser estabelecidas nas próprias escolas. Exemplificou: “Saliento esse aspecto nas instituições de ensino superior. Muitos dos estudantes que lá estão têm a capacidade de ser multiplicadores para os jovens aprendizes, para as pessoas com deficiências. Bastam apenas Boa Vontade e dedicação de cada um no aspecto do voluntariado. Isso é muito importante”.
BANDA LARGA, NETBOOKS E NOTEBOOKS
Quanto a inovações que facilitam a propagação e ingresso à internet, Infantozzi ressaltou: “É essencial que os custos de toda essa infraestrutura para acesso à informação sejam cada vez menores. E o principal fator é o da banda larga. Uma vez conectado com o mundo, as possibilidades são infinitas. A parte da máquina, do netbook, do notebook, ou seja, a porta de entrada para a rede mundial do conhecimento, ela também é importante, mas não o elemento principal”.
Nesta primeira década do Terceiro Milênio, o Brasil ocupa posição de destaque na internet. Em recente pesquisa do Ibope Nielsen Online, o país terminou 2009 com a expressiva marca de 67,5 milhões de acessos, 8,2% maior em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Os dados englobam a navegação feita pelos internautas das residências, dos locais de trabalho, das lan houses, das bibliotecas e dos telecentros.
Não obstante esse avanço, temos muito a conquistar no que diz respeito ao acesso de um número cada vez maior de usuários a essa ferramenta imprescindível, quando bem usada, para a democratização do saber.
O programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), entrevistou o diretor de projetos do Instituto Tecnológico Impacta, professor Ricardo Infantozzi, que trouxe sua colaboração ao tema.
Indagado acerca do reflexo da inclusão digital, o acadêmico foi taxativo: “É muito importante verificar quão realizadas se tornam as pessoas que passam a ter a oportunidade de uma renda melhor, de um crescimento profissional, após passar por uma capacitação, por algo que permita que elas desenvolvam todo o seu potencial”.
NOVA SOCIEDADE
Sobre os obstáculos para a expansão do universo digital brasileiro, Infantozzi apontou: “Para que haja uma inclusão social efetiva, três fatores são fundamentais: acesso ao computador, à rede de dados mundial e à capacitação. Sem abarcar esses três aspectos, esse tripé do conhecimento, não é possível se inserir na nova sociedade”.
Revelou ainda que, dos três itens citados, o hardware é o mais complicado. Contudo, essa dificuldade pode ser amenizada com a própria tecnologia: “O cloud computing [computação por nuvem] permite que um computador quase que vazio ou mesmo um celular — tendo os softwares disponíveis na internet — possa ter a capacidade tanto de processamento quanto de armazenamento compartilhado em toda a base ociosa na rede”.
O hardware é a parte física do computador: peças e componentes.
ESCOLAS E PARCERIAS
Durante a entrevista, o diretor do Instituto Impacta acrescentou que atualmente o mercado remunera melhor os profissionais do conhecimento, aqueles que atuam por tornar a sociedade mais integrada: “E se vivemos a era do conhecimento é fundamental a participação das escolas dentro desse processo”.
Nesse contexto, a Legião da Boa Vontade desenvolve em seus centros comunitários e educacionais cursos de inclusão digital voltados à população de baixa renda.
Ainda sobre o papel dos estabelecimentos de ensino na preparação do aluno para o convívio com a tecnologia, o professor Ricardo chamou a atenção para o fato de que “toda a capacitação deve partir do preparo do professor, mostrando a ele como agregar valor à sua aula utilizando a tecnologia”.
Além disso, as parcerias podem ser estabelecidas nas próprias escolas. Exemplificou: “Saliento esse aspecto nas instituições de ensino superior. Muitos dos estudantes que lá estão têm a capacidade de ser multiplicadores para os jovens aprendizes, para as pessoas com deficiências. Bastam apenas Boa Vontade e dedicação de cada um no aspecto do voluntariado. Isso é muito importante”.
BANDA LARGA, NETBOOKS E NOTEBOOKS
Quanto a inovações que facilitam a propagação e ingresso à internet, Infantozzi ressaltou: “É essencial que os custos de toda essa infraestrutura para acesso à informação sejam cada vez menores. E o principal fator é o da banda larga. Uma vez conectado com o mundo, as possibilidades são infinitas. A parte da máquina, do netbook, do notebook, ou seja, a porta de entrada para a rede mundial do conhecimento, ela também é importante, mas não o elemento principal”.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Projeto de lei sobre as lan houses deve ser apresentado em 20 de maio
Fonte: TI Inside Online - SP
A primeira versão do projeto de lei que regulamenta o funcionamento das lan houses no Brasil será apresentado na Câmara dos Deputados no dia 20 de maio. A informação foi revelada pelo presidente da Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital (lan houses), deputado Paulo Teixeira (PT-SP), em audiência pública realizada na terça-feira, 27, para debater sobre o assunto.
No dia 20 de maio, a comissão realiza nova audiência em São Paulo e, no dia seguinte, no Rio de Janeiro. Teixeira antecipou que a nova legislação deverá prever uma base tributária pequena para as lan houses, assim como incentivos fiscais na compra de softwares e equipamentos. "Devemos dar maior formalidade, regularidade e incentivo a esse tipo de atividade", afirmou.
O parlamentar disse também que a proposta deverá tratar da localização das lan houses, que atualmente, segundo algumas leis municipais, devem ficar a uma distância mínima de um quilômetro das escolas. Ele apontou que a ideia é uniformizar a regra em todo o país. De acordo com o deputado, a proposta deve ainda garantir às lan houses nas conexões à internet de banda larga. "Já que há muitas legislações restritivas, vamos na direção do fim dessas restrições. Também vamos buscar resolver o problema da frequência de crianças e adolescente [a esses locais]", acrescentou.
Incentivos
O coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez, ressaltou que, na regulamentação, o projeto deve qualificar as lan houses, hoje consideradas casas de jogos. Ele observou que é consenso em vários estudos que as lan houses são espaços sociais e culturais e de inclusão digital. Portanto, ponderou Alvarez, a atuação do Poder Público deve ser para qualificar esses espaços, em áreas como educação, formação de redes, prestação de serviços em geral e suporte a serviços públicos.
Segundo Alvarez, apenas 1% das lan houses é completamente regular. Para ele, uma das causas do grande número de estabelecimentos irregulares pode ser o alto custo dos processos de legalização, que, de acordo com o coordenador, chegam a 10% dos custos totais dos empreendimentos. "Por isso, o governo tem de oferecer parcerias e benefícios, como financiamentos do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], uso do vale-cultura nesses espaços, incentivos e subsídios", argumentou.
Classificação
Cesar Alvarez anunciou na audiência pública que as lan houses terão nova classificação adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como são considerados casas de jogos, esses estabelecimentos têm o processo de legalização dificultado, pois é necessário um alvará do Juizado de Menores para funcionarem. Esse alvará, segundo representantes do setor, dura apenas 180 dias e pode demorar até 28 meses para ser expedido. Com essa classificação, as lan houses também não conseguem benefícios tributários e fiscais concedidos a outras atividades econômicas.
De acordo com Alvarez, a reclassificação já foi aprovada pelo Ministério da Fazenda e deve ser adotada nos próximos dias.
A primeira versão do projeto de lei que regulamenta o funcionamento das lan houses no Brasil será apresentado na Câmara dos Deputados no dia 20 de maio. A informação foi revelada pelo presidente da Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital (lan houses), deputado Paulo Teixeira (PT-SP), em audiência pública realizada na terça-feira, 27, para debater sobre o assunto.
No dia 20 de maio, a comissão realiza nova audiência em São Paulo e, no dia seguinte, no Rio de Janeiro. Teixeira antecipou que a nova legislação deverá prever uma base tributária pequena para as lan houses, assim como incentivos fiscais na compra de softwares e equipamentos. "Devemos dar maior formalidade, regularidade e incentivo a esse tipo de atividade", afirmou.
O parlamentar disse também que a proposta deverá tratar da localização das lan houses, que atualmente, segundo algumas leis municipais, devem ficar a uma distância mínima de um quilômetro das escolas. Ele apontou que a ideia é uniformizar a regra em todo o país. De acordo com o deputado, a proposta deve ainda garantir às lan houses nas conexões à internet de banda larga. "Já que há muitas legislações restritivas, vamos na direção do fim dessas restrições. Também vamos buscar resolver o problema da frequência de crianças e adolescente [a esses locais]", acrescentou.
Incentivos
O coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez, ressaltou que, na regulamentação, o projeto deve qualificar as lan houses, hoje consideradas casas de jogos. Ele observou que é consenso em vários estudos que as lan houses são espaços sociais e culturais e de inclusão digital. Portanto, ponderou Alvarez, a atuação do Poder Público deve ser para qualificar esses espaços, em áreas como educação, formação de redes, prestação de serviços em geral e suporte a serviços públicos.
Segundo Alvarez, apenas 1% das lan houses é completamente regular. Para ele, uma das causas do grande número de estabelecimentos irregulares pode ser o alto custo dos processos de legalização, que, de acordo com o coordenador, chegam a 10% dos custos totais dos empreendimentos. "Por isso, o governo tem de oferecer parcerias e benefícios, como financiamentos do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], uso do vale-cultura nesses espaços, incentivos e subsídios", argumentou.
Classificação
Cesar Alvarez anunciou na audiência pública que as lan houses terão nova classificação adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como são considerados casas de jogos, esses estabelecimentos têm o processo de legalização dificultado, pois é necessário um alvará do Juizado de Menores para funcionarem. Esse alvará, segundo representantes do setor, dura apenas 180 dias e pode demorar até 28 meses para ser expedido. Com essa classificação, as lan houses também não conseguem benefícios tributários e fiscais concedidos a outras atividades econômicas.
De acordo com Alvarez, a reclassificação já foi aprovada pelo Ministério da Fazenda e deve ser adotada nos próximos dias.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
INCLUSÃO DIGITAL
Fonte: Maxpress - SP
Nesta primeira década do Terceiro Milênio, o Brasil ocupa posição de destaque na internet. Em recente pesquisa do Ibope Nielsen Online, o país terminou 2009 com a expressiva marca de 67,5 milhões de acessos, 8,2% maior em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Os dados englobam a navegação feita pelos internautas das residências, dos locais de trabalho, das lan houses, das bibliotecas e dos telecentros.
Não obstante esse avanço, temos muito a conquistar no que diz respeito ao acesso de um número cada vez maior de usuários a essa ferramenta imprescindível, quando bem usada, para a democratização do saber.
O programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), entrevistou o diretor de projetos do Instituto Tecnológico Impacta, professor Ricardo Infantozzi, que trouxe sua colaboração ao tema.
Indagado acerca do reflexo da inclusão digital, o acadêmico foi taxativo: "É muito importante verificar quão realizadas se tornam as pessoas que passam a ter a oportunidade de uma renda melhor, de um crescimento profissional, após passar por uma capacitação, por algo que permita que elas desenvolvam todo o seu potencial".
NOVA SOCIEDADE
Sobre os obstáculos para a expansão do universo digital brasileiro, Infantozzi apontou: "Para que haja uma inclusão social efetiva, três fatores são fundamentais: acesso ao computador, à rede de dados mundial e à capacitação. Sem abarcar esses três aspectos, esse tripé do conhecimento, não é possível se inserir na nova sociedade".
Revelou ainda que, dos três itens citados, o hardware é o mais complicado. Contudo, essa dificuldade pode ser amenizada com a própria tecnologia: "O cloud computing [computação por nuvem] permite que um computador quase que vazio ou mesmo um celular - tendo os softwares disponíveis na internet - possa ter a capacidade tanto de processamento quanto de armazenamento compartilhado em toda a base ociosa na rede".
O hardware é a parte física do computador: peças e componentes.
ESCOLAS E PARCERIAS
Durante a entrevista, o diretor do Instituto Impacta acrescentou que atualmente o mercado remunera melhor os profissionais do conhecimento, aqueles que atuam por tornar a sociedade mais integrada: "E se vivemos a era do conhecimento é fundamental a participação das escolas dentro desse processo".
Nesse contexto, a Legião da Boa Vontade desenvolve em seus centros comunitários e educacionais cursos de inclusão digital voltados à população de baixa renda.
Ainda sobre o papel dos estabelecimentos de ensino na preparação do aluno para o convívio com a tecnologia, o professor Ricardo chamou a atenção para o fato de que "toda a capacitação deve partir do preparo do professor, mostrando a ele como agregar valor à sua aula utilizando a tecnologia".
Além disso, as parcerias podem ser estabelecidas nas próprias escolas. Exemplificou: "Saliento esse aspecto nas instituições de ensino superior. Muitos dos estudantes que lá estão têm a capacidade de ser multiplicadores para os jovens aprendizes, para as pessoas com deficiências. Bastam apenas Boa Vontade e dedicação de cada um no aspecto do voluntariado. Isso é muito importante".
BANDA LARGA, NETBOOKS E NOTEBOOKS
Quanto a inovações que facilitam a propagação e ingresso à internet, Infantozzi ressaltou: "É essencial que os custos de toda essa infraestrutura para acesso à informação sejam cada vez menores. E o principal fator é o da banda larga. Uma vez conectado com o mundo, as possibilidades são infinitas. A parte da máquina, do netbook, do notebook, ou seja, a porta de entrada para a rede mundial do conhecimento, ela também é importante, mas não o elemento principal".
Grato, professor Ricardo, por suas elucidativas explanações.
* José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br - www.boavontade.com
Nesta primeira década do Terceiro Milênio, o Brasil ocupa posição de destaque na internet. Em recente pesquisa do Ibope Nielsen Online, o país terminou 2009 com a expressiva marca de 67,5 milhões de acessos, 8,2% maior em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Os dados englobam a navegação feita pelos internautas das residências, dos locais de trabalho, das lan houses, das bibliotecas e dos telecentros.
Não obstante esse avanço, temos muito a conquistar no que diz respeito ao acesso de um número cada vez maior de usuários a essa ferramenta imprescindível, quando bem usada, para a democratização do saber.
O programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), entrevistou o diretor de projetos do Instituto Tecnológico Impacta, professor Ricardo Infantozzi, que trouxe sua colaboração ao tema.
Indagado acerca do reflexo da inclusão digital, o acadêmico foi taxativo: "É muito importante verificar quão realizadas se tornam as pessoas que passam a ter a oportunidade de uma renda melhor, de um crescimento profissional, após passar por uma capacitação, por algo que permita que elas desenvolvam todo o seu potencial".
NOVA SOCIEDADE
Sobre os obstáculos para a expansão do universo digital brasileiro, Infantozzi apontou: "Para que haja uma inclusão social efetiva, três fatores são fundamentais: acesso ao computador, à rede de dados mundial e à capacitação. Sem abarcar esses três aspectos, esse tripé do conhecimento, não é possível se inserir na nova sociedade".
Revelou ainda que, dos três itens citados, o hardware é o mais complicado. Contudo, essa dificuldade pode ser amenizada com a própria tecnologia: "O cloud computing [computação por nuvem] permite que um computador quase que vazio ou mesmo um celular - tendo os softwares disponíveis na internet - possa ter a capacidade tanto de processamento quanto de armazenamento compartilhado em toda a base ociosa na rede".
O hardware é a parte física do computador: peças e componentes.
ESCOLAS E PARCERIAS
Durante a entrevista, o diretor do Instituto Impacta acrescentou que atualmente o mercado remunera melhor os profissionais do conhecimento, aqueles que atuam por tornar a sociedade mais integrada: "E se vivemos a era do conhecimento é fundamental a participação das escolas dentro desse processo".
Nesse contexto, a Legião da Boa Vontade desenvolve em seus centros comunitários e educacionais cursos de inclusão digital voltados à população de baixa renda.
Ainda sobre o papel dos estabelecimentos de ensino na preparação do aluno para o convívio com a tecnologia, o professor Ricardo chamou a atenção para o fato de que "toda a capacitação deve partir do preparo do professor, mostrando a ele como agregar valor à sua aula utilizando a tecnologia".
Além disso, as parcerias podem ser estabelecidas nas próprias escolas. Exemplificou: "Saliento esse aspecto nas instituições de ensino superior. Muitos dos estudantes que lá estão têm a capacidade de ser multiplicadores para os jovens aprendizes, para as pessoas com deficiências. Bastam apenas Boa Vontade e dedicação de cada um no aspecto do voluntariado. Isso é muito importante".
BANDA LARGA, NETBOOKS E NOTEBOOKS
Quanto a inovações que facilitam a propagação e ingresso à internet, Infantozzi ressaltou: "É essencial que os custos de toda essa infraestrutura para acesso à informação sejam cada vez menores. E o principal fator é o da banda larga. Uma vez conectado com o mundo, as possibilidades são infinitas. A parte da máquina, do netbook, do notebook, ou seja, a porta de entrada para a rede mundial do conhecimento, ela também é importante, mas não o elemento principal".
Grato, professor Ricardo, por suas elucidativas explanações.
* José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br - www.boavontade.com
PNBL: Telebrás irá vender capacidade de rede no atacado
Fonte: Convergência Digital - SP
Se não houver surpresas, o governo deve amarrar nesta semana o Plano Nacional de Banda Larga, a depender de uma nova reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva – cuja data pode ser definida ainda hoje, em reunião de Lula com a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra.
Os principais pontos do plano já estão delineados há algum tempo e o objetivo é garantir que os brasileiros tenham acesso à internet por um custo mensal próximo a R$ 35. Para isso, serão usados instrumentos regulatórios, via Anatel, e a rede de fibras óticas do sistema Eletrobrás e da Petrobras de forma que o governo venda capacidade no atacado, especialmente a pequenos provedores, a preços que permitam o custo final pretendido.
“O governo pretende atuar como regulador, tanto se valendo das iniciativas que estão sob responsabilidade da Anatel, mas também com uma pequena rede, do sistema Eletrobrás, com Petrobras, hoje de 21 mil km, e de até 31 mil km no final de 2014. E vamos permitir que os pequenos provedores comprem a internet banda larga diretamente do governo e possam vender a preços condizentes com o que vamos vender a eles”, explicou o coordenador dos programas de inclusão digital do governo, Cezar Alvarez, em entrevista à TV Brasil.
Segundo ele, a ideia é vender capacidade no atacado, praticando preços bem inferiores à média de mercado – atualmente em cerca de R$ 1,4 mil por 1 Mbps. “Nós queremos vender por menos da metade. Nós só venderemos para quem se comprometer a ter qualidade e preço final”, explicou Alvarez. Fica excluído, portanto, o principal temor das teles, de que o Estado se tornaria um competidor pelo assinante.
“O governo pretende que o mercado, com nosso papel regulador, é que seja capaz de garantir que a internet seja mais barata, de mais qualidade, e chegue em todos os lugares do Brasil, porque hoje não chega. Mas nós não pretendemos substituir o mercado, nem virar uma empresa operadora de assinante na ponta. Quem faz isso é o mercado brasileiro, grande ou pequeno”, disse o coordenador dos programas de inclusão digital.
A Telebrás será mesmo a gestora dessa rede. Mas além da oferta no atacado, o governo prepara uma linha de financiamento, de R$ 5 bilhões, operacionalizada pelo BNDES, voltada para as empresas que participarem do PNBL. O objetivo é ampliar a capacidade das redes já existentes, inclusive as 3G, para dar mais qualidade aos serviços de internet móvel.
“Vamos combinar tanto nossa rede como também políticas públicas, e desenvolver mais receita, mais encomendas, se articular com prefeitos e governadores, como também garantindo aí algumas isenções de alguns impostos com política tributária. Acredito que em um ano, se tudo correr bem, somos capazes de estar vendendo banda larga no atacado mais barato e esse pequeno empresário vender ao brasileiro, em cada casa, a esse preço, em torno de R$ 35”, explicou Alvarez.
* Com informações da Agência Brasil.
Se não houver surpresas, o governo deve amarrar nesta semana o Plano Nacional de Banda Larga, a depender de uma nova reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva – cuja data pode ser definida ainda hoje, em reunião de Lula com a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra.
Os principais pontos do plano já estão delineados há algum tempo e o objetivo é garantir que os brasileiros tenham acesso à internet por um custo mensal próximo a R$ 35. Para isso, serão usados instrumentos regulatórios, via Anatel, e a rede de fibras óticas do sistema Eletrobrás e da Petrobras de forma que o governo venda capacidade no atacado, especialmente a pequenos provedores, a preços que permitam o custo final pretendido.
“O governo pretende atuar como regulador, tanto se valendo das iniciativas que estão sob responsabilidade da Anatel, mas também com uma pequena rede, do sistema Eletrobrás, com Petrobras, hoje de 21 mil km, e de até 31 mil km no final de 2014. E vamos permitir que os pequenos provedores comprem a internet banda larga diretamente do governo e possam vender a preços condizentes com o que vamos vender a eles”, explicou o coordenador dos programas de inclusão digital do governo, Cezar Alvarez, em entrevista à TV Brasil.
Segundo ele, a ideia é vender capacidade no atacado, praticando preços bem inferiores à média de mercado – atualmente em cerca de R$ 1,4 mil por 1 Mbps. “Nós queremos vender por menos da metade. Nós só venderemos para quem se comprometer a ter qualidade e preço final”, explicou Alvarez. Fica excluído, portanto, o principal temor das teles, de que o Estado se tornaria um competidor pelo assinante.
“O governo pretende que o mercado, com nosso papel regulador, é que seja capaz de garantir que a internet seja mais barata, de mais qualidade, e chegue em todos os lugares do Brasil, porque hoje não chega. Mas nós não pretendemos substituir o mercado, nem virar uma empresa operadora de assinante na ponta. Quem faz isso é o mercado brasileiro, grande ou pequeno”, disse o coordenador dos programas de inclusão digital.
A Telebrás será mesmo a gestora dessa rede. Mas além da oferta no atacado, o governo prepara uma linha de financiamento, de R$ 5 bilhões, operacionalizada pelo BNDES, voltada para as empresas que participarem do PNBL. O objetivo é ampliar a capacidade das redes já existentes, inclusive as 3G, para dar mais qualidade aos serviços de internet móvel.
“Vamos combinar tanto nossa rede como também políticas públicas, e desenvolver mais receita, mais encomendas, se articular com prefeitos e governadores, como também garantindo aí algumas isenções de alguns impostos com política tributária. Acredito que em um ano, se tudo correr bem, somos capazes de estar vendendo banda larga no atacado mais barato e esse pequeno empresário vender ao brasileiro, em cada casa, a esse preço, em torno de R$ 35”, explicou Alvarez.
* Com informações da Agência Brasil.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Ministério do Planejamento aprova duas propostas de Inclusão Digital de Mato Grosso do Sul
Fonte: Pantanal News - MS
Campo Grande (MS) - O governo federal, por intermédio do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, publicou no Diário Oficial da União hoje (27), a lista das iniciativas selecionadas na primeira fase do Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros.BR. Na lista, encontra-se a proposta de número 235, da Prefeitura Municipal de Campo Grande (MS) e a proposta 475, enviada pela Prefeitura Municipal de Ivinhema (MS).
Segundo informações do Ministério do Planejamento, o Colegiado de Coordenação do Programa, composto pelos Ministérios do Planejamento, Comunicações e Ciência e Tecnologia, está avaliando as 1.071 propostas encaminhadas, envolvendo 14.925 telecentros para serem apoiados pelo programa.
Propostas de Telecentros
O coordenador do Núcleo Estadual de Inclusão Digital de Mato Grosso do Sul (Neid/MS), Maurício Gleizer, disse que foram encaminhadas três propostas do Estado para o Ministério. Segundo ele, a proposta 235, da Prefeitura Municipal de Campo Grande, é sobre o Programa Morena Digital, - que solicita apoio para seis telecentros em funcionamento, e 20 telecentros novos. A outra proposta 475, é da Prefeitura Municipal de Ivinhema, do Programa Ivinhema Digital, que solicita apoio para 10 telecentros em funcionamento, e três telecentros novos. “A terceira proposta foi encaminhada pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas), para atender vários municípios. Porém, a proposta da Setas não foi aprovada”, disse Gleizer.
Ele explica que os recursos são basicamente em equipamentos e bolsas, e a previsão de implantação dos telecentros está prevista para até junho de 2010. Maurício Gleizer lembra que o Neid-MS atuou apenas como parceiro na elaboração e adequação das propostas. “Estas propostas foram apresentadas pelas equipes das prefeituras envolvidas, com muita competência. Os parabéns são todos destas equipes e destes prefeitos”. Segundo ele, eventualmente, outras propostas aprovadas podem ter contemplado municípios de Mato Grosso do Sul, por sua abrangência nacional. Entre elas, Gleizer destaca a proposta 27, do Ministério da Integração Nacional; proposta 100, do Ministério do Meio Ambiente, e a proposta 242, do Banco do Brasil.
Campo Grande (MS) - O governo federal, por intermédio do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, publicou no Diário Oficial da União hoje (27), a lista das iniciativas selecionadas na primeira fase do Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros.BR. Na lista, encontra-se a proposta de número 235, da Prefeitura Municipal de Campo Grande (MS) e a proposta 475, enviada pela Prefeitura Municipal de Ivinhema (MS).
Segundo informações do Ministério do Planejamento, o Colegiado de Coordenação do Programa, composto pelos Ministérios do Planejamento, Comunicações e Ciência e Tecnologia, está avaliando as 1.071 propostas encaminhadas, envolvendo 14.925 telecentros para serem apoiados pelo programa.
Propostas de Telecentros
O coordenador do Núcleo Estadual de Inclusão Digital de Mato Grosso do Sul (Neid/MS), Maurício Gleizer, disse que foram encaminhadas três propostas do Estado para o Ministério. Segundo ele, a proposta 235, da Prefeitura Municipal de Campo Grande, é sobre o Programa Morena Digital, - que solicita apoio para seis telecentros em funcionamento, e 20 telecentros novos. A outra proposta 475, é da Prefeitura Municipal de Ivinhema, do Programa Ivinhema Digital, que solicita apoio para 10 telecentros em funcionamento, e três telecentros novos. “A terceira proposta foi encaminhada pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas), para atender vários municípios. Porém, a proposta da Setas não foi aprovada”, disse Gleizer.
Ele explica que os recursos são basicamente em equipamentos e bolsas, e a previsão de implantação dos telecentros está prevista para até junho de 2010. Maurício Gleizer lembra que o Neid-MS atuou apenas como parceiro na elaboração e adequação das propostas. “Estas propostas foram apresentadas pelas equipes das prefeituras envolvidas, com muita competência. Os parabéns são todos destas equipes e destes prefeitos”. Segundo ele, eventualmente, outras propostas aprovadas podem ter contemplado municípios de Mato Grosso do Sul, por sua abrangência nacional. Entre elas, Gleizer destaca a proposta 27, do Ministério da Integração Nacional; proposta 100, do Ministério do Meio Ambiente, e a proposta 242, do Banco do Brasil.
Governo seleciona 63 projetos para implantação de novos telecentros
Fonte: Convergência Digital - SP
O governo federal selecionou 63 projetos na primeira fase do Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital – o programa de Telecentros – que tratam da criação de 6.508 novos centros públicos de acesso à internet. Com isso, o governo considera garantida a meta de criar 3 mil novos telecentros ainda em 2010.
O programa de Telecentros, que receberá investimentos de R$ 165 milhões, lançou o primeiro edital de seleção de propostas em fevereiro. As inscrições terminaram em 26 de março. Foram apresentados 1.071 projetos. Eles tratavam de 14.925 telecentros, entre novos e em funcionamento. Os 63 selecionados propõem criar mais de seis mil telecentros e, também, fortalecer 3.514 unidades já existentes.
“É necessário ampliar e qualificar os telecentros para que cada vez mais brasileiros tenham acesso a esse meio extraordinário de adquirir e difundir conhecimento que é a internet”, afirma o coordenador dos programas de inclusão digital, Cezar Alvarez. “Isso é fundamental para o desenvolvimento do nosso povo e do nosso país”.
A seleção das iniciativas que vão receber apoio federal foi feita em conjuntos pelos ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações e do Planejamento, que coordenam o programa. Foram escolhidas aquelas que cumpriram procedimentos de inscrição e estão dispostas a implantar e manter pelo menos dez telecentros sob as diretrizes de funcionamento do Programa.
A avaliação considerou também o grau de apoio das proponentes aos telecentros, a experiência prévia e capacidade de continuidade, além da localização das unidades de maneira coincidente a políticas federais prioritárias e a abrangência populacional.
O programa vai oferecer equipamentos de informática novos e recondicionados, mobiliário, conexão à internet em banda larga, além de bolsas e formação para monitores.
“O que cada telecentro vai efetivamente receber será definido conjuntamente entre a Coordenação do Programa e a respectiva entidade proponente selecionada”, explica Cristina Mori, coordenadora executiva do Programa no Ministério do Planejamento.
O resultado da seleção foi publicado nesta terça-feira, 27/4, no Diário Oficial da União e está disponível no Sistema Integrado de Apoio a Telecentros – SIATC, no endereço www.inclusaodigital.gov.br/telecentros/siatc.
O governo federal selecionou 63 projetos na primeira fase do Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital – o programa de Telecentros – que tratam da criação de 6.508 novos centros públicos de acesso à internet. Com isso, o governo considera garantida a meta de criar 3 mil novos telecentros ainda em 2010.
O programa de Telecentros, que receberá investimentos de R$ 165 milhões, lançou o primeiro edital de seleção de propostas em fevereiro. As inscrições terminaram em 26 de março. Foram apresentados 1.071 projetos. Eles tratavam de 14.925 telecentros, entre novos e em funcionamento. Os 63 selecionados propõem criar mais de seis mil telecentros e, também, fortalecer 3.514 unidades já existentes.
“É necessário ampliar e qualificar os telecentros para que cada vez mais brasileiros tenham acesso a esse meio extraordinário de adquirir e difundir conhecimento que é a internet”, afirma o coordenador dos programas de inclusão digital, Cezar Alvarez. “Isso é fundamental para o desenvolvimento do nosso povo e do nosso país”.
A seleção das iniciativas que vão receber apoio federal foi feita em conjuntos pelos ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações e do Planejamento, que coordenam o programa. Foram escolhidas aquelas que cumpriram procedimentos de inscrição e estão dispostas a implantar e manter pelo menos dez telecentros sob as diretrizes de funcionamento do Programa.
A avaliação considerou também o grau de apoio das proponentes aos telecentros, a experiência prévia e capacidade de continuidade, além da localização das unidades de maneira coincidente a políticas federais prioritárias e a abrangência populacional.
O programa vai oferecer equipamentos de informática novos e recondicionados, mobiliário, conexão à internet em banda larga, além de bolsas e formação para monitores.
“O que cada telecentro vai efetivamente receber será definido conjuntamente entre a Coordenação do Programa e a respectiva entidade proponente selecionada”, explica Cristina Mori, coordenadora executiva do Programa no Ministério do Planejamento.
O resultado da seleção foi publicado nesta terça-feira, 27/4, no Diário Oficial da União e está disponível no Sistema Integrado de Apoio a Telecentros – SIATC, no endereço www.inclusaodigital.gov.br/telecentros/siatc.
Banda Larga: Brasil peca na aplicação das regras e falha na massificação
Fote: Convergência Digital - SP
Ao analisar a situação da oferta de Internet no país e sugerir medidas para a massificação da banda larga, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) sustenta que a melhor maneira para isso é ampliar a competição – e que isso poderia ter acontecido no país caso a Anatel colocasse em prática regras já definidas como a desagregação de redes, o unbundling.
“Precisamos promover a competição, via regulação. E a regulação é boa. As regras de unbundling existem há quatro anos, mas o problema está na aplicação e na definição dos preços”, afirmou José Maria de Oliveira, um dos técnicos que participaram da elaboração do Comunicado 46: Análise e recomendações para as políticas públicas de massificação de acesso à Internet em banda larga, divulgada nesta segunda-feira, 26/04, em Brasília.
Para Oliveira e seus colegas do Ipea, o livre acesso às redes é um dos segredos para a massificação de banda larga ter funcionado em outros países. “Precisamos do unbundling para que todos possam utilizar a infraestrutura”, insistiu o técnico. Os responsáveis pelo relatório do Ipea são favoráveis à criação de uma estatal para gerir o Plano Nacional de Banda Larga – especialmente por oferecer o acesso às redes públicas de fibras óticas, mas também para financiar e subsidiar o acesso.
“Em algumas regiões, como é o caso do Norte, é necessário um aporte público de recursos para que elas sejam subsidiadas e o acesso chegue a essas populações. Temos uma projeção de que uma redução no preço do acesso para próximo de R$ 30 aumentaria o número de usuários em 20 milhões”, diz outro técnico do Ipea, Rodrigo Abdalla.
Os técnicos responsáveis pelo estudo também procuraram desmistificar o debate em relação à carga tributária. É certo que trata-se de um dos pontos fundamentais para a massificação, mas por si não resolveria os problemas de acesso identificados no Brasil e apresentados no estudo, como as desigualdades regionais.
“É uma incoerência falar de massificação cobrando taxas que representam até 63% da conta. Mas temos que considerar a questão federativa”, diz Luís Cláudio Kubota, que também participou do estudo, referindo-se ao fato de que o maior peso tributário nas telecomunicações vem do ICMS. “Mas simplesmente atacar a questão tributária não vai resolver o problema”, insiste.
Ele lembrou, ainda, que estados como Pará e São Paulo reduziram o ICMS para acesso à internet, mas enquanto no primeiro sequer houve iniciativa materializada em oferta de acesso, no segundo ela ficou muito aquém da esperada. “Pará e São Paulo reduziram e não teve efeito. Além disso, a questão tributária não resolve o problema da concentração”, afirma Kubota.
“Em boa parte do país existe monopólio e isso implica em preço alto. Além disso, são empresas que vendem serviço de voz, mas que sabem que a internet pode acabar substituindo esse serviço e fazendo com que elas percam faturamento”, explicou José Maria de Oliveira. “Com a estrutura metálica já existente, seria possível oferecer velocidades de até 2 Mbps. Mas à medida que a internet se ramifica, elas perdem receita em voz”, completou.
Ao analisar a situação da oferta de Internet no país e sugerir medidas para a massificação da banda larga, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) sustenta que a melhor maneira para isso é ampliar a competição – e que isso poderia ter acontecido no país caso a Anatel colocasse em prática regras já definidas como a desagregação de redes, o unbundling.
“Precisamos promover a competição, via regulação. E a regulação é boa. As regras de unbundling existem há quatro anos, mas o problema está na aplicação e na definição dos preços”, afirmou José Maria de Oliveira, um dos técnicos que participaram da elaboração do Comunicado 46: Análise e recomendações para as políticas públicas de massificação de acesso à Internet em banda larga, divulgada nesta segunda-feira, 26/04, em Brasília.
Para Oliveira e seus colegas do Ipea, o livre acesso às redes é um dos segredos para a massificação de banda larga ter funcionado em outros países. “Precisamos do unbundling para que todos possam utilizar a infraestrutura”, insistiu o técnico. Os responsáveis pelo relatório do Ipea são favoráveis à criação de uma estatal para gerir o Plano Nacional de Banda Larga – especialmente por oferecer o acesso às redes públicas de fibras óticas, mas também para financiar e subsidiar o acesso.
“Em algumas regiões, como é o caso do Norte, é necessário um aporte público de recursos para que elas sejam subsidiadas e o acesso chegue a essas populações. Temos uma projeção de que uma redução no preço do acesso para próximo de R$ 30 aumentaria o número de usuários em 20 milhões”, diz outro técnico do Ipea, Rodrigo Abdalla.
Os técnicos responsáveis pelo estudo também procuraram desmistificar o debate em relação à carga tributária. É certo que trata-se de um dos pontos fundamentais para a massificação, mas por si não resolveria os problemas de acesso identificados no Brasil e apresentados no estudo, como as desigualdades regionais.
“É uma incoerência falar de massificação cobrando taxas que representam até 63% da conta. Mas temos que considerar a questão federativa”, diz Luís Cláudio Kubota, que também participou do estudo, referindo-se ao fato de que o maior peso tributário nas telecomunicações vem do ICMS. “Mas simplesmente atacar a questão tributária não vai resolver o problema”, insiste.
Ele lembrou, ainda, que estados como Pará e São Paulo reduziram o ICMS para acesso à internet, mas enquanto no primeiro sequer houve iniciativa materializada em oferta de acesso, no segundo ela ficou muito aquém da esperada. “Pará e São Paulo reduziram e não teve efeito. Além disso, a questão tributária não resolve o problema da concentração”, afirma Kubota.
“Em boa parte do país existe monopólio e isso implica em preço alto. Além disso, são empresas que vendem serviço de voz, mas que sabem que a internet pode acabar substituindo esse serviço e fazendo com que elas percam faturamento”, explicou José Maria de Oliveira. “Com a estrutura metálica já existente, seria possível oferecer velocidades de até 2 Mbps. Mas à medida que a internet se ramifica, elas perdem receita em voz”, completou.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Câmara discute Lan House e lança comunidade
Fonte: Info Online - SP
A Câmara dos Deputados terá uma outra importante audiência pública amanhã. Além do debate sobre proposta do marco regulatório civil da internet, uma comissão especial sobre o funcionamento das Lan Houses irá discutir sobre programa de inclusão digital no país.
Foram convidados a participar da audiência o coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez; Nelson Vasconcelos, editor do Caderno de Informática do jornal O Globo; o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna dos Santos; e Roberto Pinto Martins, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações.
A audiência foi sugerida pelo relator da comissão, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ).
No início da reunião, marcada para as 14 horas de amanhã, no plenário, haverá o lançamento da comunidade virtual Lan House no portal E-Democracia.
O objetivo do endereço é promover a discussão sobre projetos de lei de interesse nacional.
A Câmara dos Deputados terá uma outra importante audiência pública amanhã. Além do debate sobre proposta do marco regulatório civil da internet, uma comissão especial sobre o funcionamento das Lan Houses irá discutir sobre programa de inclusão digital no país.
Foram convidados a participar da audiência o coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez; Nelson Vasconcelos, editor do Caderno de Informática do jornal O Globo; o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna dos Santos; e Roberto Pinto Martins, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações.
A audiência foi sugerida pelo relator da comissão, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ).
No início da reunião, marcada para as 14 horas de amanhã, no plenário, haverá o lançamento da comunidade virtual Lan House no portal E-Democracia.
O objetivo do endereço é promover a discussão sobre projetos de lei de interesse nacional.
Comissão debate sobre funcionamento das lan houses nesta terça
Fonte: TI Inside Online - SP
A comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar projetos sobre o funcionamento das lan houses realiza nesta terça-feira, 27, nova audiência pública para discutir o assunto, desta vez com foco na inclusão digital, tecnologia e desenvolvimento.
Para o debate foram convidados o coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez; o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna dos Santos; e o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins.
Dentre as discussões promovidas pela comissão espacial voltada para debater sobre a regulamentação do funcionamento das lan houses, hipótese como a utilização destes centros para a oferta de serviços públicos pelo governo já foi ventilada.
A comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar projetos sobre o funcionamento das lan houses realiza nesta terça-feira, 27, nova audiência pública para discutir o assunto, desta vez com foco na inclusão digital, tecnologia e desenvolvimento.
Para o debate foram convidados o coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez; o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna dos Santos; e o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins.
Dentre as discussões promovidas pela comissão espacial voltada para debater sobre a regulamentação do funcionamento das lan houses, hipótese como a utilização destes centros para a oferta de serviços públicos pelo governo já foi ventilada.
Quando a oportunidade faz a diferença
Fonte: Gazeta do Povo
Nascido em Cidade Gaúcha, no noroeste do Paraná, Elias Bonfim veio para Curitiba em 1999 para encontrar outra oportunidade na vida que não fossem as usinas de cana-de-açúcar ou a roça. Depois de trabalhar como auxiliar de pedreiro e de ferramenteiro, virou professor de Informática e Cidadania do extinto Comitê para a Democratização da Informática do Paraná (CDI-PR), na Vila Pantanal. No entanto, apesar do reconhecimento da comunidade, tinha poucas opções de trabalho e pensava em voltar para a sua cidade. Foi então que, com a ajuda de um homem que ele nem conhecia, conseguiu uma bolsa de estudos em um cursinho pré-vestibular e uma vaga de emprego. “A história do Elias mexeu comigo. Como um cara que se esforça tanto não tem uma chance, uma oportunidade? Não tive dúvidas em ajudá-lo”, diz o executivo Clecio Chiamulera.
Após dois anos de cursinho, Elias ingressou no curso de Sistemas de Informação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). A aprovação empolgou o jovem, que, mais uma vez com o auxílio de Clecio, foi em busca de recursos para montar um cursinho gratuito para quem não tem condições de pagar um particular. Foi assim que, em 4 de março de 2004, surgiu a Organização Não Governamental (ONG) Formação Solidária, inspirada na história de sucesso de Elias. Destinada a jovens que tenham feito o Ensino Médio na rede pública e cuja renda não ultrapasse um salário mínimo (R$ 510), a ONG saiu de uma única aprovação no primeiro ano de atividade para 56 em 2009 – no total, são 222 alunos que já conseguiram entrar no Ensino Superior com a ajuda da iniciativa. Contando hoje com 29 professores voluntários, o cursinho oferece aulas de segunda a sábado a 140 alunos, em uma escola estadual no bairro Boqueirão.
Coordenador do cursinho desde que ele foi fundado, Elias afirma que, por mais dificuldades que enfrente, não pretende deixar “a peteca cair”. “Se transformarmos a vida de um só, já valeu a pena. É muito gratificante, porque acabo me vendo em muitos alunos”, comemora.
Nascido em Cidade Gaúcha, no noroeste do Paraná, Elias Bonfim veio para Curitiba em 1999 para encontrar outra oportunidade na vida que não fossem as usinas de cana-de-açúcar ou a roça. Depois de trabalhar como auxiliar de pedreiro e de ferramenteiro, virou professor de Informática e Cidadania do extinto Comitê para a Democratização da Informática do Paraná (CDI-PR), na Vila Pantanal. No entanto, apesar do reconhecimento da comunidade, tinha poucas opções de trabalho e pensava em voltar para a sua cidade. Foi então que, com a ajuda de um homem que ele nem conhecia, conseguiu uma bolsa de estudos em um cursinho pré-vestibular e uma vaga de emprego. “A história do Elias mexeu comigo. Como um cara que se esforça tanto não tem uma chance, uma oportunidade? Não tive dúvidas em ajudá-lo”, diz o executivo Clecio Chiamulera.
Após dois anos de cursinho, Elias ingressou no curso de Sistemas de Informação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). A aprovação empolgou o jovem, que, mais uma vez com o auxílio de Clecio, foi em busca de recursos para montar um cursinho gratuito para quem não tem condições de pagar um particular. Foi assim que, em 4 de março de 2004, surgiu a Organização Não Governamental (ONG) Formação Solidária, inspirada na história de sucesso de Elias. Destinada a jovens que tenham feito o Ensino Médio na rede pública e cuja renda não ultrapasse um salário mínimo (R$ 510), a ONG saiu de uma única aprovação no primeiro ano de atividade para 56 em 2009 – no total, são 222 alunos que já conseguiram entrar no Ensino Superior com a ajuda da iniciativa. Contando hoje com 29 professores voluntários, o cursinho oferece aulas de segunda a sábado a 140 alunos, em uma escola estadual no bairro Boqueirão.
Coordenador do cursinho desde que ele foi fundado, Elias afirma que, por mais dificuldades que enfrente, não pretende deixar “a peteca cair”. “Se transformarmos a vida de um só, já valeu a pena. É muito gratificante, porque acabo me vendo em muitos alunos”, comemora.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Educação de jovens e adultos
Fonte: Tele Síntese - SP
O governo divulga na próxima terça-feira (27) a lista dos projetos selecionados na primeira fase do Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades (Telecentros.BR). O colegiado de coordenação do programa, composto pelos Ministérios do Planejamento, Comunicações e Ciência e Tecnologia, está avaliando as 1.071 propostas encaminhadas, envolvendo 14.925 telecentros para serem apoiados pelo programa.
Mais de 10.400 telecentros solicitam o recebimento de kits com dez novos computadores e mobiliário, e outros 709 centros pediram kits com cinco e dez computadores recondicionados. Já conexão à internet é solicitada por 12.461 telecentros.
Outros três mil telecentros pediram a concessão de uma bolsa para jovem monitor por unidade no valor de R$ 483,0. Já 11.555 telecentros solicitaram obtenção de duas bolsas para cada um deles no valor de R$ 241,50 e outros 214 centros pediram a concessão de uma bolsa no valor de R$ 241,50.
Além dos 14.781 telecentros que solicitaram bolsas, existe demanda para formação de agentes de inclusão digital por parte de 13.815 telecentros sem o auxílio financeiro previsto pelo programa.
O total dos recursos envolvidos no Programa é da ordem de R$ 165 milhões e o objetivo é apoiar a implantação de três mil centros gratuitos de acesso à internet e no fortalecimento de outras cinco mil unidades em todo o país.
O governo divulga na próxima terça-feira (27) a lista dos projetos selecionados na primeira fase do Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades (Telecentros.BR). O colegiado de coordenação do programa, composto pelos Ministérios do Planejamento, Comunicações e Ciência e Tecnologia, está avaliando as 1.071 propostas encaminhadas, envolvendo 14.925 telecentros para serem apoiados pelo programa.
Mais de 10.400 telecentros solicitam o recebimento de kits com dez novos computadores e mobiliário, e outros 709 centros pediram kits com cinco e dez computadores recondicionados. Já conexão à internet é solicitada por 12.461 telecentros.
Outros três mil telecentros pediram a concessão de uma bolsa para jovem monitor por unidade no valor de R$ 483,0. Já 11.555 telecentros solicitaram obtenção de duas bolsas para cada um deles no valor de R$ 241,50 e outros 214 centros pediram a concessão de uma bolsa no valor de R$ 241,50.
Além dos 14.781 telecentros que solicitaram bolsas, existe demanda para formação de agentes de inclusão digital por parte de 13.815 telecentros sem o auxílio financeiro previsto pelo programa.
O total dos recursos envolvidos no Programa é da ordem de R$ 165 milhões e o objetivo é apoiar a implantação de três mil centros gratuitos de acesso à internet e no fortalecimento de outras cinco mil unidades em todo o país.
terça-feira, 20 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
BPR forma primeira turma do Curso de Inclusão Digital
Fonte: Semanário de Jacarei Online - SP
Foi realizada na terça-feira, 13, a cerimônia de formatura da primeira turma do Curso de Inclusão Digital da Fraternidade Espírita Cristã Batuíra - Mantenedora do BPR (Batuíra Projeto Renascer). A cerimônia contou com a presença do doutor Wanderson Prado Leite, coordenador de responsabilidade social da Unimed, e Jaqueline Andressa da Silva, assistente administrativa da unidade.
Vinte e sete mães gestantes atendidas pelo BPR participaram das aulas, que começaram no dia 29 de setembro de 2009 e foram finalizadas no dia 31 de março de 2010.
Segundo a coordenadora do projeto, Marici Accioly, o curso tem a finalidade de qualificar as atendidas e enriquece os seus currículos, proporcionando assim a promoção social de cada aluna.
O desempenho da primeira turma não só atendeu as expectativas do BPR e da Unimed como fez com que a parceria se fortalecesse ainda mais para dar continuidade ao projeto. As aulas para a segunda turma do curso começaram no dia 6 de abril e conta com 30 alunas.
Foi realizada na terça-feira, 13, a cerimônia de formatura da primeira turma do Curso de Inclusão Digital da Fraternidade Espírita Cristã Batuíra - Mantenedora do BPR (Batuíra Projeto Renascer). A cerimônia contou com a presença do doutor Wanderson Prado Leite, coordenador de responsabilidade social da Unimed, e Jaqueline Andressa da Silva, assistente administrativa da unidade.
Vinte e sete mães gestantes atendidas pelo BPR participaram das aulas, que começaram no dia 29 de setembro de 2009 e foram finalizadas no dia 31 de março de 2010.
Segundo a coordenadora do projeto, Marici Accioly, o curso tem a finalidade de qualificar as atendidas e enriquece os seus currículos, proporcionando assim a promoção social de cada aluna.
O desempenho da primeira turma não só atendeu as expectativas do BPR e da Unimed como fez com que a parceria se fortalecesse ainda mais para dar continuidade ao projeto. As aulas para a segunda turma do curso começaram no dia 6 de abril e conta com 30 alunas.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Operadora lança programa de inclusão digital no MS
Fonte: Clic News - MS
O Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, inaugurou no final de março, mais três escolas contempladas pelo programa de educação ‘Oi Tonomundo’ no Mato Grosso do Sul. Segundo a Secretaria de Estado de Educação, mais de 9.900 estudantes participam do programa que atende a oito escolas de Campo Grande e a uma do interior, em Rio Negro.
A solenidade de inauguração do programa nas Escolas Estaduais Profª. Maria Rita de Cássia Pontes Teixeira, Dolor Ferreira de Andrade e Riachuelo foi realizada no dia 23/3 e contou com a presença do diretor Institucional do Oi Futuro, José Zunga, do Gerente de Relações Institucionais da Oi em Mato Grosso do Sul, João Henrique Abreu, da pedagoga do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ, Maria Tereza Govea e da secretária de Educação de Mato Grosso do Sul, Maria Nilene Badeca da Costa.
Na ocasião, José Zunga destacou a valorização do programa no estado. “O diferencial do Mato Grosso do Sul é o grande número de escolas participantes que demonstra o empenho do governo estadual, dos diretores e dos gestores do projeto em gerar resultados efetivos aos alunos e professores”, disse Zunga. Ana Lúcia Martins, diretora da Escola Dolor Ferreira de Andrade (com 1.372 alunos), também aproveitou a oportunidade para elogiar a iniciativa: “Só temos a agradecer essa tecnologia que promove a integração da escola pública com a sua comunidade local além da virtual”.
As escolas contempladas possuem acesso, por meio de computadores, servidores, câmeras digitais, impressoras, webcams e internet, a uma avançada metodologia de ensino que, além do propósito educacional, visa o desenvolvimento das comunidades do entorno. “O Oi Tonomundo é um programa de educação que vai além da escola. Ele leva conhecimento a lugares de difícil acesso, desenvolvendo conteúdos e metodologias que contribuem com a formação continuada de professores e alunos a distância, envolvendo inclusive a comunidade do entorno da escola. O programa é desenvolvido através de uma comunidade virtual que conta com a participação de escolas públicas de diferentes regiões do país, e permite o compartilhamento de experiências e das melhores práticas desenvolvidas nas escolas”, explica Samara Werner, diretora de Educação do Oi Futuro.
Ao longo de sua trajetória, o Oi Tonomundo vem se atualizando constantemente, a fim de garantir a aplicação de uma metodologia avançada e eficiente. Um dos grandes diferenciais do programa é que ele leva a tecnologia para localidades de difícil acesso. Tal iniciativa permite a comunicação e o compartilhamento das melhores práticas entre professores e alunos de escolas públicas de todo o país, o que beneficia diretamente as comunidades do entorno. Em todo o Brasil, são atendidas 683 instituições públicas de ensino.
As Escolas
As escolas estaduais contempladas pelo programa possuem características especiais e atendem, em sua maior parte, crianças que moram na periferia. Em Campo Grande são: Dolor Ferreira de Andrade, Maestro Heitor Villa Lobos, Marçal de Souza Tupã-Y, Olinda Conceição Teixeira Bacha, Professora Delmira Ramos dos Santos, Professora Maria Rita de Cássia Pontes Teixeira, Riachuelo e Rui Barbosa. No interior do estado a escola Leontino Alves de Oliveira, em Rio Negro, também é atendida pelo programa.
Parceria UFRJ
Em 2010, ano em que completa 10 anos, o programa firmou parceria com UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro - para desenvolver um novo ambiente, com a participação de cerca de 40 profissionais das áreas de educação, tecnologia, psicologia e neuropedagogia, com especializações em educação a distância, metodologia de pesquisa e games educativos, entre outras. Desde 2004, o programa é multiplicado sob forma de política pública em escolas municipais e estaduais no Espírito Santo, Pernambuco, Sergipe, Ceará, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Pará.
O Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, inaugurou no final de março, mais três escolas contempladas pelo programa de educação ‘Oi Tonomundo’ no Mato Grosso do Sul. Segundo a Secretaria de Estado de Educação, mais de 9.900 estudantes participam do programa que atende a oito escolas de Campo Grande e a uma do interior, em Rio Negro.
A solenidade de inauguração do programa nas Escolas Estaduais Profª. Maria Rita de Cássia Pontes Teixeira, Dolor Ferreira de Andrade e Riachuelo foi realizada no dia 23/3 e contou com a presença do diretor Institucional do Oi Futuro, José Zunga, do Gerente de Relações Institucionais da Oi em Mato Grosso do Sul, João Henrique Abreu, da pedagoga do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ, Maria Tereza Govea e da secretária de Educação de Mato Grosso do Sul, Maria Nilene Badeca da Costa.
Na ocasião, José Zunga destacou a valorização do programa no estado. “O diferencial do Mato Grosso do Sul é o grande número de escolas participantes que demonstra o empenho do governo estadual, dos diretores e dos gestores do projeto em gerar resultados efetivos aos alunos e professores”, disse Zunga. Ana Lúcia Martins, diretora da Escola Dolor Ferreira de Andrade (com 1.372 alunos), também aproveitou a oportunidade para elogiar a iniciativa: “Só temos a agradecer essa tecnologia que promove a integração da escola pública com a sua comunidade local além da virtual”.
As escolas contempladas possuem acesso, por meio de computadores, servidores, câmeras digitais, impressoras, webcams e internet, a uma avançada metodologia de ensino que, além do propósito educacional, visa o desenvolvimento das comunidades do entorno. “O Oi Tonomundo é um programa de educação que vai além da escola. Ele leva conhecimento a lugares de difícil acesso, desenvolvendo conteúdos e metodologias que contribuem com a formação continuada de professores e alunos a distância, envolvendo inclusive a comunidade do entorno da escola. O programa é desenvolvido através de uma comunidade virtual que conta com a participação de escolas públicas de diferentes regiões do país, e permite o compartilhamento de experiências e das melhores práticas desenvolvidas nas escolas”, explica Samara Werner, diretora de Educação do Oi Futuro.
Ao longo de sua trajetória, o Oi Tonomundo vem se atualizando constantemente, a fim de garantir a aplicação de uma metodologia avançada e eficiente. Um dos grandes diferenciais do programa é que ele leva a tecnologia para localidades de difícil acesso. Tal iniciativa permite a comunicação e o compartilhamento das melhores práticas entre professores e alunos de escolas públicas de todo o país, o que beneficia diretamente as comunidades do entorno. Em todo o Brasil, são atendidas 683 instituições públicas de ensino.
As Escolas
As escolas estaduais contempladas pelo programa possuem características especiais e atendem, em sua maior parte, crianças que moram na periferia. Em Campo Grande são: Dolor Ferreira de Andrade, Maestro Heitor Villa Lobos, Marçal de Souza Tupã-Y, Olinda Conceição Teixeira Bacha, Professora Delmira Ramos dos Santos, Professora Maria Rita de Cássia Pontes Teixeira, Riachuelo e Rui Barbosa. No interior do estado a escola Leontino Alves de Oliveira, em Rio Negro, também é atendida pelo programa.
Parceria UFRJ
Em 2010, ano em que completa 10 anos, o programa firmou parceria com UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro - para desenvolver um novo ambiente, com a participação de cerca de 40 profissionais das áreas de educação, tecnologia, psicologia e neuropedagogia, com especializações em educação a distância, metodologia de pesquisa e games educativos, entre outras. Desde 2004, o programa é multiplicado sob forma de política pública em escolas municipais e estaduais no Espírito Santo, Pernambuco, Sergipe, Ceará, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Pará.
Catarinenses podem aderir à campanha "Todo Mundo Pode Mais"
Fonte: Pauta Social - RS
Empresários e demais interessados terão a possibilidade de ampliar a inclusão social de crianças, jovens e adultos carentes na Grande Florianópolis, assim como em demais regiões de Santa Catarina, por meio de projeto idealizado pelo Comitê para Democratização da Informática em Santa Catarina (CDI-SC). Atualmente, em média, 30 pessoas de cada uma das 19 comunidades da Grande Florianópolis são beneficiadas, a cada semestre de aulas. O objetivo é que, em 2010, mil pessoas sejam incluídas digitalmente.
Nos Espaços de Cidadania e Inclusão Digital é possível acessar gratuitamente a internet e suas ferramentas e aplicativos, softwares de escritório, além de participar de cursos de informática básica e avançada que contemplem discussões sobre cidadania, visando à participação e transformação individual e social. “Além de recursos também precisamos de voluntários, que possam ministrar os diversos cursos oferecidos e orientar o acesso aos serviços de internet e de softwares e aplicativos para a comunidade”, Heitor Blum S.Thiago, presidente do CDI-SC.
O CDI surgiu em 1995, é uma Organização Não Governamental – ONG que utiliza a tecnologia da informação para a construção da cidadania de crianças, jovens e adultos. Atualmente existem 950 CDIs Comunidade, conhecidos também como Espaço de Cidadania e Inclusão Digital, em doze países. No Brasil, oCDI está em 19 estados, em parceria com organizações comunitárias e, em Santa Catarina, o projeto iniciou em 2000. Em junho de 2004 o CDI-SC tornou-se uma organização de utilidade pública municipal, por meio da Lei 6494. Mais informações pelo site: http://cliquefuturo.org.br/.
Empresários e demais interessados terão a possibilidade de ampliar a inclusão social de crianças, jovens e adultos carentes na Grande Florianópolis, assim como em demais regiões de Santa Catarina, por meio de projeto idealizado pelo Comitê para Democratização da Informática em Santa Catarina (CDI-SC). Atualmente, em média, 30 pessoas de cada uma das 19 comunidades da Grande Florianópolis são beneficiadas, a cada semestre de aulas. O objetivo é que, em 2010, mil pessoas sejam incluídas digitalmente.
Nos Espaços de Cidadania e Inclusão Digital é possível acessar gratuitamente a internet e suas ferramentas e aplicativos, softwares de escritório, além de participar de cursos de informática básica e avançada que contemplem discussões sobre cidadania, visando à participação e transformação individual e social. “Além de recursos também precisamos de voluntários, que possam ministrar os diversos cursos oferecidos e orientar o acesso aos serviços de internet e de softwares e aplicativos para a comunidade”, Heitor Blum S.Thiago, presidente do CDI-SC.
O CDI surgiu em 1995, é uma Organização Não Governamental – ONG que utiliza a tecnologia da informação para a construção da cidadania de crianças, jovens e adultos. Atualmente existem 950 CDIs Comunidade, conhecidos também como Espaço de Cidadania e Inclusão Digital, em doze países. No Brasil, oCDI está em 19 estados, em parceria com organizações comunitárias e, em Santa Catarina, o projeto iniciou em 2000. Em junho de 2004 o CDI-SC tornou-se uma organização de utilidade pública municipal, por meio da Lei 6494. Mais informações pelo site: http://cliquefuturo.org.br/.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Empresários "adotam" escolas públicas e melhoram ensino
Há cinco anos, a Escola Estadual Francisco Brasiliense Fusco tinha uma evasão escolar de mais de 20% e 1.200 alunos. Localizada no Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, figurava entre as instituições da região com menor procura por pais para matricularem seus filhos. Também não estava na lista de preferências de professores como local de trabalho.
Hoje, depois de algum investimento em infraestrutura e capacitação de professores, a escola virou modelo para a região. Há cerca de 1.800 estudantes matriculados e 1.500 na fila por uma vaga. O índice de abandono caiu a menos de 1% e a frequência dos professores subiu mais de 30%. E o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) melhorou 81% (saiu de 2,28 em 2008 para 4,12 em 2009).
Esse cenário de 2010 só foi possível por conta de um investimento do Grupo ABC, de Nizan Guanaes, que integra a Associação Parceiros da Educação. Fundada em 2006 pelos empresários Ana Maria Diniz (Grupo Pão de Açúcar) e Jair Ribeiro (CPM Braxis), promove e monitora parcerias entre escolas da rede pública e empresas e empresários. As instituições recebem recursos extras – em torno de 10% do que o governo aplica a cada escola – para melhorar a infraestrutura e o aprendizado dos alunos.
“Fiz uma escola que me orgulho. Ela está com padrão de respeitabilidade na região. É um programa que vale a pena. Nós precisamos conseguir mais empresários. Não é um ato de bondade. É de responsabilidade”, afirma Nizan Guanaes.
Atualmente, a Parceiros da Educação atende 80 escolas em São Paulo, quatro no Rio de Janeiro, uma no Rio Grande do Sul e uma em Goiás. A meta é fechar o ano com 160 e atingir 500 até 2013. “A rede pública estadual de São Paulo conta com mais de 5.500 escolas. É uma das maiores redes públicas do mundo. As escolas com menores índices de qualidade estão nas periferias das grandes cidades, justamente aquelas atendidas pela Parceiros da Educação”, explica Ana Maria Diniz.
A Escola Estadual Luis Gonzaga Travassos da Rosa, "adotada" pela CPM Braxis, teve um salto de 71% no Idesp comparando-se 2008 com 2009. A média foi de 2,12 para 3,63. Desde 2004, a institução localizada no Jardim Santo Antonio recebeu apoio pedagógico na formação continuada de professores e coordenadores pedagógicos do ensino fundamental em português e matemática.
Com investimentos do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, jarrey Jr e Quiroga, a Escola Estadual Parque Cláudia II, no Parque Santo Antonio, também apresentou melhora no Idesp. No ciclo I houve ganho de 33% (de 2,8 para 3,30 de média) e no ciclo II, 22% (de 1,95 para 2,37).
Parceria
O empresário escolhe uma instituição cadastrada pela Parceiros da Educação que, junto com a direção e os professores, elabora um diagnóstico e cria um plano de ação considerando quatro vertentes: apoio físico-estrutural, apoio à gestão, apoio pedagógico e apoio à integração da comunidade com a escola. O investimento anual gira em torno de R$ 150 mil a R$ 200 mil por escola.
“Decidida a escola, há o investimento de recursos financeiros, materiais e humanos que visa melhorar o aproveitamento escolar do aluno. Usamos a metodologia da secretaria estadual de Educação. O material é excelente. Nosso conceito é pegar algo que exista e implementá-lo de forma mais eficaz”, explica Jair Ribeiro.
De acordo com Ribeiro, há atenção especial na formação continuada dos coordenadores pedagógicos e professores. Eles recebem treinamentos e passam por avaliações – tanto do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) quanto um teste anual criado pela associação em parceria com Fundação Cesgranrio. “Se forem bem avaliados, recebem bônus. Tudo o que fazemos buscamos uma contrapartida da escola. Nosso trabalho não é só de assistencialismo.”
Como muitos empresários não têm tempo de participar “pessoalmente” de todo este processo, a associação indica um profissional que será o “facilitador de parceria”. Ele trabalha como mediador do processo entre empresa e escola e é o responsável por tocar o dia-a-dia do acordo. O compromisso deve durar de cinco a seis anos, período estimado para que a escola possa dar continuidade às ações com apoio da comunidade escolar.
“O verdadeiro dono da escola é a comunidade, não o empresário”, diz Paulo Bilyk, sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos, responsável por uma escola em Campos do Jordão.
Hoje, depois de algum investimento em infraestrutura e capacitação de professores, a escola virou modelo para a região. Há cerca de 1.800 estudantes matriculados e 1.500 na fila por uma vaga. O índice de abandono caiu a menos de 1% e a frequência dos professores subiu mais de 30%. E o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) melhorou 81% (saiu de 2,28 em 2008 para 4,12 em 2009).
Esse cenário de 2010 só foi possível por conta de um investimento do Grupo ABC, de Nizan Guanaes, que integra a Associação Parceiros da Educação. Fundada em 2006 pelos empresários Ana Maria Diniz (Grupo Pão de Açúcar) e Jair Ribeiro (CPM Braxis), promove e monitora parcerias entre escolas da rede pública e empresas e empresários. As instituições recebem recursos extras – em torno de 10% do que o governo aplica a cada escola – para melhorar a infraestrutura e o aprendizado dos alunos.
“Fiz uma escola que me orgulho. Ela está com padrão de respeitabilidade na região. É um programa que vale a pena. Nós precisamos conseguir mais empresários. Não é um ato de bondade. É de responsabilidade”, afirma Nizan Guanaes.
Atualmente, a Parceiros da Educação atende 80 escolas em São Paulo, quatro no Rio de Janeiro, uma no Rio Grande do Sul e uma em Goiás. A meta é fechar o ano com 160 e atingir 500 até 2013. “A rede pública estadual de São Paulo conta com mais de 5.500 escolas. É uma das maiores redes públicas do mundo. As escolas com menores índices de qualidade estão nas periferias das grandes cidades, justamente aquelas atendidas pela Parceiros da Educação”, explica Ana Maria Diniz.
A Escola Estadual Luis Gonzaga Travassos da Rosa, "adotada" pela CPM Braxis, teve um salto de 71% no Idesp comparando-se 2008 com 2009. A média foi de 2,12 para 3,63. Desde 2004, a institução localizada no Jardim Santo Antonio recebeu apoio pedagógico na formação continuada de professores e coordenadores pedagógicos do ensino fundamental em português e matemática.
Com investimentos do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, jarrey Jr e Quiroga, a Escola Estadual Parque Cláudia II, no Parque Santo Antonio, também apresentou melhora no Idesp. No ciclo I houve ganho de 33% (de 2,8 para 3,30 de média) e no ciclo II, 22% (de 1,95 para 2,37).
Parceria
O empresário escolhe uma instituição cadastrada pela Parceiros da Educação que, junto com a direção e os professores, elabora um diagnóstico e cria um plano de ação considerando quatro vertentes: apoio físico-estrutural, apoio à gestão, apoio pedagógico e apoio à integração da comunidade com a escola. O investimento anual gira em torno de R$ 150 mil a R$ 200 mil por escola.
“Decidida a escola, há o investimento de recursos financeiros, materiais e humanos que visa melhorar o aproveitamento escolar do aluno. Usamos a metodologia da secretaria estadual de Educação. O material é excelente. Nosso conceito é pegar algo que exista e implementá-lo de forma mais eficaz”, explica Jair Ribeiro.
De acordo com Ribeiro, há atenção especial na formação continuada dos coordenadores pedagógicos e professores. Eles recebem treinamentos e passam por avaliações – tanto do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) quanto um teste anual criado pela associação em parceria com Fundação Cesgranrio. “Se forem bem avaliados, recebem bônus. Tudo o que fazemos buscamos uma contrapartida da escola. Nosso trabalho não é só de assistencialismo.”
Como muitos empresários não têm tempo de participar “pessoalmente” de todo este processo, a associação indica um profissional que será o “facilitador de parceria”. Ele trabalha como mediador do processo entre empresa e escola e é o responsável por tocar o dia-a-dia do acordo. O compromisso deve durar de cinco a seis anos, período estimado para que a escola possa dar continuidade às ações com apoio da comunidade escolar.
“O verdadeiro dono da escola é a comunidade, não o empresário”, diz Paulo Bilyk, sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos, responsável por uma escola em Campos do Jordão.
Lan houses têm apoio do MEC e poderão aceitar o Vale Cultura
Fonte: TI Inside Online - SP
O secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC), Carlos Eduardo Bielschowsky, afirmou nesta terça-feira, 13, que o Ministério da Educação apoia a regulamentação das lan houses. O secretário disse que atualmente o Brasil conta com 42 mil escolas públicas com laboratórios de informática e adiantou que até junho esse número vai subir para 70 mil, sendo que, até o fim ano, todas estarão com conexão de banda larga. O secretário participou de audiência pública para debater sobre o funcionamento das lan houses que foi realizada na Câmara dos Deputados.
Bielschowsky acredita que 24 milhões de estudantes serão atendidos como os laboratórios de informática nas escolas. Na visão dele, a escola é um bom lugar para alfabetização digital, entretanto o secretário reconhece que a escola não dá conta da demanda, principalmente quando há outros públicos fora da escola. Por esse motivo, as lan houses seriam uma alternativa para se atender esta demanda reprimida.
Já o ministro interino da Cultura, Alfredo Manevy, informou, que o Vale Cultura de R$ 50,00 vai permitir o uso em lan houses. A proposta do Vale Cultura (PL 5798/09) foi aprovada na Câmara e no Senado, mas está em tramitação novamente na Câmara porque os senadores fizeram emendas ao projeto. “Depois de sancionada a lei, uma regulamentação vai definir como será esse uso”, disse Manevy.
Ele defendeu que as lan houses sejam uma estrutura complementar para acesso à internet pela sociedade. Segundo Manevy, elas precisam ser reconhecidas e institucionalizadas e usadas como instrumento de política pública. “É realista pensar que todo brasileiro terá um computador em casa? As lan houses me parecem um modelo menos custoso”, concluiu. As informações são da Agência Câmara.
O secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC), Carlos Eduardo Bielschowsky, afirmou nesta terça-feira, 13, que o Ministério da Educação apoia a regulamentação das lan houses. O secretário disse que atualmente o Brasil conta com 42 mil escolas públicas com laboratórios de informática e adiantou que até junho esse número vai subir para 70 mil, sendo que, até o fim ano, todas estarão com conexão de banda larga. O secretário participou de audiência pública para debater sobre o funcionamento das lan houses que foi realizada na Câmara dos Deputados.
Bielschowsky acredita que 24 milhões de estudantes serão atendidos como os laboratórios de informática nas escolas. Na visão dele, a escola é um bom lugar para alfabetização digital, entretanto o secretário reconhece que a escola não dá conta da demanda, principalmente quando há outros públicos fora da escola. Por esse motivo, as lan houses seriam uma alternativa para se atender esta demanda reprimida.
Já o ministro interino da Cultura, Alfredo Manevy, informou, que o Vale Cultura de R$ 50,00 vai permitir o uso em lan houses. A proposta do Vale Cultura (PL 5798/09) foi aprovada na Câmara e no Senado, mas está em tramitação novamente na Câmara porque os senadores fizeram emendas ao projeto. “Depois de sancionada a lei, uma regulamentação vai definir como será esse uso”, disse Manevy.
Ele defendeu que as lan houses sejam uma estrutura complementar para acesso à internet pela sociedade. Segundo Manevy, elas precisam ser reconhecidas e institucionalizadas e usadas como instrumento de política pública. “É realista pensar que todo brasileiro terá um computador em casa? As lan houses me parecem um modelo menos custoso”, concluiu. As informações são da Agência Câmara.
Vale Cultura vai ser usado em lan houses, diz ministro.
Fonte: Tele Síntese - SP
O ministro interino da Cultura, Alfredo Manevy, informou que o Vale Cultura de R$ 50,00 vai permitir o uso em lan houses. A proposta do Vale Cultura (PL 5798/09) foi aprovada na Câmara e no Senado, mas está em tramitação novamente na Câmara porque os senadores fizeram emendas ao projeto.
“Depois de sancionada a lei, uma regulamentação vai definir como será esse uso”, disse Manevy em audiência pública da comissão especial de regulamentação das lan houses (PL 4361/04) realizada hoje.
Para Manevy, as lan houses são uma estrutura complementar para acesso à internet pela sociedade e precisam ser reconhecidas e institucionalizadas.
O ministro interino da Cultura, Alfredo Manevy, informou que o Vale Cultura de R$ 50,00 vai permitir o uso em lan houses. A proposta do Vale Cultura (PL 5798/09) foi aprovada na Câmara e no Senado, mas está em tramitação novamente na Câmara porque os senadores fizeram emendas ao projeto.
“Depois de sancionada a lei, uma regulamentação vai definir como será esse uso”, disse Manevy em audiência pública da comissão especial de regulamentação das lan houses (PL 4361/04) realizada hoje.
Para Manevy, as lan houses são uma estrutura complementar para acesso à internet pela sociedade e precisam ser reconhecidas e institucionalizadas.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
ESTÁ ABERTA A TEMPORADA DE WORKSHOPS NO SOM DA SERRA
Fonte: Pauta Social - RS
Projeto da Escola de Música do Grêmio Recreativo Musical Guapiense.
No dia 17 de março, o Som da Serra recebeu o mestre em flauta doce Carlos Eduardo Schroeter, para fazer a abertura de uma série de workshops oferecidos pelo projeto ao longo de 2010. No primeiro curso, os jovens alunos tiveram oportunidade de aprender um pouco mais sobre a história da música brasileira. O professor iniciou o workshop citando grandes nomes da música, como Patápio Silva, Joaquim Antonio da Silva Calado, Reichert, Zequinha de Abreu, Pixinguinha, Debuzzy e Mozart, e deu um breve histórico de cada um deles. A história de Mozart impressionou os alunos. “Um bom exemplo para vocês é um garoto chamado Mozart. Aos 5 anos, ele já tocava piano e aos 12, fez sua primeira composição”, destacou Schroeter.
O músico ainda contou um pouco sobre sua história musical e de vida, inclusive sobre um acidente que o impossibilitou de tocar por um longo período e que, até hoje, o afeta em algumas execuções. Dentro deste assunto, o professor aproveitou para reforçar técnicas de postura, embocadura, dedos, respiração, posicionamento dos pés e da cadeira. Após falar sobre a história e as origens do choro, além da evolução do gênero como um ritmo genuinamente brasileiro e carioca, Schroeter concluiu o workshop. No final do curso, o flautista executou uma série de clássicos do choro e atendeu aos pedidos dos atentos alunos que marcaram presença no evento.
Carlos Eduardo Schroeter formou-se em flauta em 1985, pela UNIRIO. Entre 1988 e 1996, lecionou na cadeira de flauta nos cursos livres, técnicos e de graduação do Conservatório Brasileiro de Música. No mesmo período, integrou eventualmente a orquestra da instituição. Sua maior realização na música é no magistério, no ensino fundamental. Desde o início dos estudos, atua em conjuntos musicais, predominantemente regionais, de choro.
O Som da Serra é um Projeto da Escola de Música do Grêmio Recreativo Musical Guapiense, patrocinado integralmente pela CRT (Concessionário Rio Teresópolis Além Paraíba), através da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura – Lei Rouanet e sob a gestão da Criativa Social. Em 2009, o Projeto Som da Serra traz a parceria com a ONG CDI (Comitê para Democratização da Informática), com o objetivo de aprimorar o conhecimento dos alunos às técnicas digitais aliadas a música.
Projeto da Escola de Música do Grêmio Recreativo Musical Guapiense.
No dia 17 de março, o Som da Serra recebeu o mestre em flauta doce Carlos Eduardo Schroeter, para fazer a abertura de uma série de workshops oferecidos pelo projeto ao longo de 2010. No primeiro curso, os jovens alunos tiveram oportunidade de aprender um pouco mais sobre a história da música brasileira. O professor iniciou o workshop citando grandes nomes da música, como Patápio Silva, Joaquim Antonio da Silva Calado, Reichert, Zequinha de Abreu, Pixinguinha, Debuzzy e Mozart, e deu um breve histórico de cada um deles. A história de Mozart impressionou os alunos. “Um bom exemplo para vocês é um garoto chamado Mozart. Aos 5 anos, ele já tocava piano e aos 12, fez sua primeira composição”, destacou Schroeter.
O músico ainda contou um pouco sobre sua história musical e de vida, inclusive sobre um acidente que o impossibilitou de tocar por um longo período e que, até hoje, o afeta em algumas execuções. Dentro deste assunto, o professor aproveitou para reforçar técnicas de postura, embocadura, dedos, respiração, posicionamento dos pés e da cadeira. Após falar sobre a história e as origens do choro, além da evolução do gênero como um ritmo genuinamente brasileiro e carioca, Schroeter concluiu o workshop. No final do curso, o flautista executou uma série de clássicos do choro e atendeu aos pedidos dos atentos alunos que marcaram presença no evento.
Carlos Eduardo Schroeter formou-se em flauta em 1985, pela UNIRIO. Entre 1988 e 1996, lecionou na cadeira de flauta nos cursos livres, técnicos e de graduação do Conservatório Brasileiro de Música. No mesmo período, integrou eventualmente a orquestra da instituição. Sua maior realização na música é no magistério, no ensino fundamental. Desde o início dos estudos, atua em conjuntos musicais, predominantemente regionais, de choro.
O Som da Serra é um Projeto da Escola de Música do Grêmio Recreativo Musical Guapiense, patrocinado integralmente pela CRT (Concessionário Rio Teresópolis Além Paraíba), através da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura – Lei Rouanet e sob a gestão da Criativa Social. Em 2009, o Projeto Som da Serra traz a parceria com a ONG CDI (Comitê para Democratização da Informática), com o objetivo de aprimorar o conhecimento dos alunos às técnicas digitais aliadas a música.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Acesso residencial à web supera conexão via lan house no Brasil
Fonte: IDG Now - SP
Quinta edição da pesquisa TIC Domicílios mostra que brasileiros acessaram mais a internet de casa (48%) do que em lan houses (35%) em 2009.
Os internautas brasileiros acessaram a internet com mais frequencia em casa (48%) do que via lan houses (35%) em 2009, revela a quinta edição da pesquisa TIC Domicílios 2009, divulgada nesta terça-feira (6/3) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) . Esta é a primeira vez em que o acesso residencial supera as conexões em lan houses, destaca o CGI.br.
O levantamento mostra que 36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador. Em 2008 o índice era de 28%. Quanto a outros dispositivos, a TV está presente em 98% das residências pesquisadas, o rádio em 86% e o celular em 78% dos entrevistados.
O uso da internet em casa passou de 20% dos domicílios em 2008, para 27% no ano passado, representando um crescimento de 35% no período.
A pesquisa realizada com 21.498 entrevistas, entre 21 de setembro e 27 de outubro do ano passado, contempla pela segunda vez a área rural do País.
Quinta edição da pesquisa TIC Domicílios mostra que brasileiros acessaram mais a internet de casa (48%) do que em lan houses (35%) em 2009.
Os internautas brasileiros acessaram a internet com mais frequencia em casa (48%) do que via lan houses (35%) em 2009, revela a quinta edição da pesquisa TIC Domicílios 2009, divulgada nesta terça-feira (6/3) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) . Esta é a primeira vez em que o acesso residencial supera as conexões em lan houses, destaca o CGI.br.
O levantamento mostra que 36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador. Em 2008 o índice era de 28%. Quanto a outros dispositivos, a TV está presente em 98% das residências pesquisadas, o rádio em 86% e o celular em 78% dos entrevistados.
O uso da internet em casa passou de 20% dos domicílios em 2008, para 27% no ano passado, representando um crescimento de 35% no período.
A pesquisa realizada com 21.498 entrevistas, entre 21 de setembro e 27 de outubro do ano passado, contempla pela segunda vez a área rural do País.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
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