terça-feira, 29 de setembro de 2009

Emergentes responderão pela metade dos novos acessos em banda larga nos próximos cinco anos

Relatório do Gartner indica que uma em cada quatro residências terá o serviço até dezembro em todo o mundo

Uma em cada quatro residências deve ter acesso em banda larga até o final deste ano em todo o mundo, de acordo com as projeções do Gartner, que considera apenas as conexões por redes fixas. Pelos cálculos da consultoria, serão 422 milhões de lares ligados à internet em alta velocidade até dezembro, frente a 382 milhões ao final de 2008. A projeção é de que o número alcance 580 milhões de conexões fixas até 2013.

O relatório aponta uma série de fatores que contribuem para o crescimento da banda larga, apesar das incertezas econômicas que rondam diversos mercados mundiais: redução dos preços dos PCs, migração do acesso discado, queda no preço da assinatura de banda larga e planos específicos para a disseminação da banda larga criados por diversos governos.

Na lista de mercados com maior penetração do serviço por número de residências, o Brasil não aparece nem entre os 20 maiores, cuja liderança cabe à Coréia, com 93% de penetração, seguida da Holanda, com 88%, e da Dinamarca, com 81%. Pelos cálculos do Gartner, 21 países apresentavam ao final de 2008 uma taxa de penetração superior a 50% dos lares.

O estudo reconhece que a taxa de crescimento vem caindo em muitos mercados maduros, por fruto da saturação, e prevê que nos próximos cinco anos, os mercados emergentes responderão pelo dobro das novas conexões em comparação aos mercados mais desenvolvidos: serão 135 milhões de acessos vindos destes países, frente a 62 milhões dos demais. O Gartner classifica os mercados emergentes como China, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinass, Tailândia, América Latina, Leste Europeu e África.

Os BRICs - Brasil, Rússia, Índia e China – responderão por 92 milhões, ou 68%, das novas 135 milhões de conexões residenciais.

Fonte: http://www.telecomonline.com.br/noticias/paises-emergentes-responderao-pela-metade-dos-novos-acessos-em-banda-larga-nos-proximos-cinco-anos

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